Letra de Quando Morre um Gaiteiro - Os Monarcas
Disco A
01
Não Precisa ser Bonito
02
Embalando o Rio Grande a Gaita
03
O Artista é Você
04
Querência da Simplicidade
05
Nossa Cordeona
06
Eu Penso em Deus
07
Farrancho do Interior
08
Bico Doce
09
Rancheira das Prendas
10
Sou Gaúcho e Não Mudo
11
No Ronco da Baixaria.
Disco B
01
Identidade Monarca
02
Fandango à Moda Antiga
03
Milonga Madrugueira
04
Eu e o Tempo
05
Tenho que Andar
06
A Casco de Mula
07
Quando Morre um Gaiteiro
08
Patrimonio Cultural
09
Fandango de Marcar Costela
10
Recomeço
11
Nem Pisoteando não Morre
Quando Morre um Gaiteiro
Quando morre um gaiteiro
O povo fica chateado
Como é que um xirú desses
Vai tão cedo pro outro lado?
Além de parar o fandango
Deixa a moçada ao léu
Deve ser porque São Pedro
Tá começando mais cedo
Sua festança no céu
Que não morram os gaiteiros
Que não morra a tradição
Pois um fandango sem gaita
É um corpo sem coração
Que não morram os gaiteiros
Que não morra a tradição
Pois um fandango sem gaita
É um corpo sem coração
Quando morre um gaiteiro
O Rio Grande entristece
É a alegria do povo
Que, no fole, emudece
Desfazendo a tradição
Se perde um galo na estampa
É um gaúcho que se vai
Ao encontro de Deus pai
E calando a voz da pampa
Que não morram os gaiteiros
Que não morra a tradição
Pois um fandango sem gaita
É um corpo em coração
Que não morram os gaiteiros
Que não morra a tradição
Pois um fandango sem gaita
É um corpo em coração
Quando morre um gaiteiro
Chora a alma da peonada
Sente a falta da cordeona
Tocando de madrugada
Dizia o velho Adelar
Que se foi dando o recado
Só vai ficar na memória
A gaita fazendo história
Num floreio do teclado
Que não morram os gaiteiros
Que não morra a tradição
Pois um fandango sem gaita
É um corpo em coração
Que não morram os gaiteiros
Que não morra a tradição
Pois um fandango sem gaita
É um corpo em coração
O povo fica chateado
Como é que um xirú desses
Vai tão cedo pro outro lado?
Além de parar o fandango
Deixa a moçada ao léu
Deve ser porque São Pedro
Tá começando mais cedo
Sua festança no céu
Que não morram os gaiteiros
Que não morra a tradição
Pois um fandango sem gaita
É um corpo sem coração
Que não morram os gaiteiros
Que não morra a tradição
Pois um fandango sem gaita
É um corpo sem coração
Quando morre um gaiteiro
O Rio Grande entristece
É a alegria do povo
Que, no fole, emudece
Desfazendo a tradição
Se perde um galo na estampa
É um gaúcho que se vai
Ao encontro de Deus pai
E calando a voz da pampa
Que não morram os gaiteiros
Que não morra a tradição
Pois um fandango sem gaita
É um corpo em coração
Que não morram os gaiteiros
Que não morra a tradição
Pois um fandango sem gaita
É um corpo em coração
Quando morre um gaiteiro
Chora a alma da peonada
Sente a falta da cordeona
Tocando de madrugada
Dizia o velho Adelar
Que se foi dando o recado
Só vai ficar na memória
A gaita fazendo história
Num floreio do teclado
Que não morram os gaiteiros
Que não morra a tradição
Pois um fandango sem gaita
É um corpo em coração
Que não morram os gaiteiros
Que não morra a tradição
Pois um fandango sem gaita
É um corpo em coração