Letra de Fama de Bagunceiro - Zé Moraes

Fama de Bagunceiro

( Otavio Darci)

Sou índio guapo e trabalho a semana inteira
Na gibeira sempre trago oque gastar
“Sábado a tarde não trabalho e me preparo
Saio num faro de um fandango pra dançar”
(refrão)
Eu danço mesmo e mando pata pra valer,
Me intrevero e do lhe grito danço até o amanhecer.
Comigo não tem "gregorio" pra depois dizer "gregre"
China maleva e mesquinha comigo não tem querer.

Estrada a fora escuto, um ronco de gaita
E este taita chega fica se arripiando,
“Escramuço o pingo e do lhe tiro na chegada
A indiada ja sabe que sou eu que to chegando”

(refrão)
Olho pro um canto tem uma china me "espiando",
Vou convidando a desgarrada pra dançar,
“Balanço a crina me dizendo que não ia,
Senti que a folia ja tava pra começar”

(refrão)
Sentei o braço nos beiço dessa crinuda
Esta beiçuda não me faz perder a vaza
“Ganha carão pra min é um baita desaforo e
Desaforo eu nunca levo pra casa”

(refrão)
A pau e corda eu acabo com o fandango
Batendo mango eu saio do intrevero
“Monto cavalo e dou lhe boca estrada fora
E vou embora com fama de bagunceiro”
Expressões Regionais nesta letra

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