Letra de Festa na Barraca - Zé Moraes
Zé Moraes
CD Só Gaitaço 2007
Disco A
01
Só Gaitaço
02
Falando a Realidade
03
Campeiro Eu Sou
04
Abraço do Gaiteiro
05
Festa na Barraca
06
A Professora
07
Dia de Rodeio
08
Nos Pagos da Rondinha
09
Só Com as Oração
10
Sou Meu
11
O Que Que Eu Como
12
Cantando Para Rondônia
13
Tudo é o Zé
14
Homenagem a Gilmar Danguy
15
Pout-pourri - Bem do meu jeito; Volteada de Baguais;
Festa na Barraca
Zé Moraes
Chega sexta feira dia de rodeio pra lá me boleio
E cravo as estaca
Num jeitão campeiro que tou acostumado de causo pensado
Armo minha barraca
Durante três dias na força do braço vamos correr o laço
Na prova campeira
Quando a noite vem nada me ataca na minha barraca
Vai ter festa a noite inteira
Hoje vai ter festa na minha barraca
E não vai ser fraca pode apareser
O rancho é campeiro leve as gurias
Dança e cantoria e vai amanhecer
Lá tem chimarrão o café tropeiro arroz carreteiro
E uma cachaça pura
Costela assada no fogo de chão a luz de lampião
Meio a escura
O som de cordeona ao vivo tocado se dança embalado
Bem agarradinho
Olhando nos olhos da linda prendinha na barraca minha
Ninguém dança sozinho
Na minha barraca esquenta a festança no cabo da dança
Fica divertido
Chega secar grama poeira vai levantando e vamo chacoalhando
As cabelo comprido
Quando a noite véia reponta a madrugada a cama arrumada
Ali não tem frio
Travesseiro é arreio puxo um pala riscado e amanhecemo embolado num pelego macio
Chega sexta feira dia de rodeio pra lá me boleio
E cravo as estaca
Num jeitão campeiro que tou acostumado de causo pensado
Armo minha barraca
Durante três dias na força do braço vamos correr o laço
Na prova campeira
Quando a noite vem nada me ataca na minha barraca
Vai ter festa a noite inteira
Hoje vai ter festa na minha barraca
E não vai ser fraca pode apareser
O rancho é campeiro leve as gurias
Dança e cantoria e vai amanhecer
Lá tem chimarrão o café tropeiro arroz carreteiro
E uma cachaça pura
Costela assada no fogo de chão a luz de lampião
Meio a escura
O som de cordeona ao vivo tocado se dança embalado
Bem agarradinho
Olhando nos olhos da linda prendinha na barraca minha
Ninguém dança sozinho
Na minha barraca esquenta a festança no cabo da dança
Fica divertido
Chega secar grama poeira vai levantando e vamo chacoalhando
As cabelo comprido
Quando a noite véia reponta a madrugada a cama arrumada
Ali não tem frio
Travesseiro é arreio puxo um pala riscado e amanhecemo embolado num pelego macio