Letra de Rédeas - Jari Terres
Disco A
01
Quando Golpeio na Trança
02
Lado a Lado
03
Pra Aquela Flor no Cabelo
04
Respeito
05
Rincão Bonito
06
Gaiteiro de Fronteira
07
Rédeas
08
Se um Dia Eu Me For
09
Zambita que Dejaste Tu
10
Minhas Esporas de Ferro
11
Pra Escutar Minhas "Vanera" Lá Fora
12
Balcão de Pulperia
13
Versos de Toda a Crina
14
Aluado
15
Andejo
Rédeas
Um par de tranças que tenho na palma firme da mão
Define trancos e trotes pela melhor direção
São tranças fortes sovadas de tanto uso e distância
Das léguas lhe fez da estrada a sesmarias da estância
As rédeas fazem meu rumo em cada brete ou rincão
Renegam quem vai ao vento pois sabem bem onde vão
As rédeas não tem cansaço do braço são a extensão
E no pior sofrenasso sustentam o meu tirão
As rédeas nunca envelhecem se são cuidadas com zelo
São trastes que não se esquecem nos paços dos meus sinuelos
São rédeas frouxas nos sonhos bem firmes nos pesadelos
Não fazem causos do tempo marcado nos meus cabelos
Se tenho as rédeas da vida não temo nem boi-tátá
Se perco as rédeas me esquivo me cuido até pra pensar
Eu tranço as rédeas do mundo a meu gosto e precisão
E mesmo assim não consigo por rédeas no coração
Tem outras rédeas sem tranças as minhas são bem trançadas
Cada tento é uma esperança que somei pelas volteadas
Mas este amor caborteiro que as vezes me racha ao meio
Não tem rumo não tem rédea não tem argola nem freio
As rédeas nunca envelhecem se são cuidadas com zelo
São trastes que não se esquecem nos paços dos meus sinuelos
São rédeas frouxas nos sonhos bem firmes nos pesadelos
Não fazem causos do tempo marcado nos meus cabelos
Define trancos e trotes pela melhor direção
São tranças fortes sovadas de tanto uso e distância
Das léguas lhe fez da estrada a sesmarias da estância
As rédeas fazem meu rumo em cada brete ou rincão
Renegam quem vai ao vento pois sabem bem onde vão
As rédeas não tem cansaço do braço são a extensão
E no pior sofrenasso sustentam o meu tirão
As rédeas nunca envelhecem se são cuidadas com zelo
São trastes que não se esquecem nos paços dos meus sinuelos
São rédeas frouxas nos sonhos bem firmes nos pesadelos
Não fazem causos do tempo marcado nos meus cabelos
Se tenho as rédeas da vida não temo nem boi-tátá
Se perco as rédeas me esquivo me cuido até pra pensar
Eu tranço as rédeas do mundo a meu gosto e precisão
E mesmo assim não consigo por rédeas no coração
Tem outras rédeas sem tranças as minhas são bem trançadas
Cada tento é uma esperança que somei pelas volteadas
Mas este amor caborteiro que as vezes me racha ao meio
Não tem rumo não tem rédea não tem argola nem freio
As rédeas nunca envelhecem se são cuidadas com zelo
São trastes que não se esquecem nos paços dos meus sinuelos
São rédeas frouxas nos sonhos bem firmes nos pesadelos
Não fazem causos do tempo marcado nos meus cabelos