Letra de Respeito - Jari Terres
Disco A
01
Quando Golpeio na Trança
02
Lado a Lado
03
Pra Aquela Flor no Cabelo
04
Respeito
05
Rincão Bonito
06
Gaiteiro de Fronteira
07
Rédeas
08
Se um Dia Eu Me For
09
Zambita que Dejaste Tu
10
Minhas Esporas de Ferro
11
Pra Escutar Minhas "Vanera" Lá Fora
12
Balcão de Pulperia
13
Versos de Toda a Crina
14
Aluado
15
Andejo
Respeito
Apeio, peço licença
E por milonga abro o peito
Pra que conheçam cantando
Porque me chamo respeito
Vivo na trança do laço
Pela consciência do couro
E entre argola e presilha
Sou o limite pra um tombo
Quando no viço da cincha
Firma do corpo, cavalo
Ou junto a boca da armada
Que vem sorrindo pra um pealo
Vem abraçado no pulso
Nos mandos da mão campeira
Quando reparto meu mundo
Entre o fiel e a soiteira
Mais firme se algum matreiro
Por suas razões se retrata
O brando quando motivo
Com vida batendo a marca
Habito no olhar do antigo
De quando estende sua mão
Pra um novo com carinho
Num beijo pede bênção
Um manuscrito de vida
Que o próprio tempo nos lavra
Antes de um fio de bigode
Sacramentar a palavra
Durmo no instinto da faca
Por onde o medo se aninha
Se me despertam com gana
Do couro cru da bainha
E antes de uma aço de adaga
Já redobrei meu valor
Quando nas mãos da coragem
Fiz casa de um sangrador
E junto ao céu do palanque
Frente a inocência de um potro
Que teme os passos e a sombra
De quem domou tantos outros
Pela verdade no ofício
De um campo revela inteiro
Pois nunca valo de lei
Sou eu bem junto ao campeiro
Me despeço por milonga
E alço a perna ao meu jeito
Que a todos mostrei, cantando
Porque me chamo respeito
E por milonga abro o peito
Pra que conheçam cantando
Porque me chamo respeito
Vivo na trança do laço
Pela consciência do couro
E entre argola e presilha
Sou o limite pra um tombo
Quando no viço da cincha
Firma do corpo, cavalo
Ou junto a boca da armada
Que vem sorrindo pra um pealo
Vem abraçado no pulso
Nos mandos da mão campeira
Quando reparto meu mundo
Entre o fiel e a soiteira
Mais firme se algum matreiro
Por suas razões se retrata
O brando quando motivo
Com vida batendo a marca
Habito no olhar do antigo
De quando estende sua mão
Pra um novo com carinho
Num beijo pede bênção
Um manuscrito de vida
Que o próprio tempo nos lavra
Antes de um fio de bigode
Sacramentar a palavra
Durmo no instinto da faca
Por onde o medo se aninha
Se me despertam com gana
Do couro cru da bainha
E antes de uma aço de adaga
Já redobrei meu valor
Quando nas mãos da coragem
Fiz casa de um sangrador
E junto ao céu do palanque
Frente a inocência de um potro
Que teme os passos e a sombra
De quem domou tantos outros
Pela verdade no ofício
De um campo revela inteiro
Pois nunca valo de lei
Sou eu bem junto ao campeiro
Me despeço por milonga
E alço a perna ao meu jeito
Que a todos mostrei, cantando
Porque me chamo respeito