Letra de Gineteando a Saudade - Claudir Gomes
Disco A
01
Felicidade
02
Me Vou Pra Vaneira
03
Botando Diapá
04
Trem da Saudade
05
No Mundo da Minha Gaita
06
Balanço de Gaita
07
Saudade e Tristeza
08
Nosso Amor é Assim
09
Só de Gaita e Pandeiro
10
Picaço Velho
11
Cordeona Fandangueira
12
Eu Não Sou Convencido
13
Meu Mundo é Você
14
Da Noite Pro Dia
15
Gineteando a Saudade
16
Siga em Frente
Gineteando a Saudade
Autores: Leonir Roati de Moraes e Claudir Gomes
No lombo xucro da sorte eu saí quando menino
No corredor da esperança, cortei os campos sulinos
Queria mudar de vida, cansei de ser campesino
Fui gineteando a saudade e embretei na cidade pealado pelo destino
Quem parte leva a saudade, só fica rastro na estrada
Deixei o galpão da estância, minha primeira morada
Sonhando em um dia ter tudo, me fui em busca do nada
Lá no povo eu descobri o quanto é grande a distância
Do brete do apartamento ao galpão grande da estância
Não ouço berro do gado conforme ouvia na infância
Não tem prazer, não trem mate, é um verdadeiro combate na escravidão da ganância
Quem parte leva a saudade, só fica rastro na estrada
Deixei o galpão da estância, minha primeira morada
No campo eu era liberto, hoje eu vivo embretado
Mas vou retornar pra estância, desta vida estou cansando
Quero matear com meu povo e ouvir o berro do gado
Pra matar minha saudade, vou curtir a liberdade no lombo do meu tostado
Quem parte leva a saudade, só fica rastro na estrada
Deixei o galpão da estância, minha primeira morada
No lombo xucro da sorte eu saí quando menino
No corredor da esperança, cortei os campos sulinos
Queria mudar de vida, cansei de ser campesino
Fui gineteando a saudade e embretei na cidade pealado pelo destino
Quem parte leva a saudade, só fica rastro na estrada
Deixei o galpão da estância, minha primeira morada
Sonhando em um dia ter tudo, me fui em busca do nada
Lá no povo eu descobri o quanto é grande a distância
Do brete do apartamento ao galpão grande da estância
Não ouço berro do gado conforme ouvia na infância
Não tem prazer, não trem mate, é um verdadeiro combate na escravidão da ganância
Quem parte leva a saudade, só fica rastro na estrada
Deixei o galpão da estância, minha primeira morada
No campo eu era liberto, hoje eu vivo embretado
Mas vou retornar pra estância, desta vida estou cansando
Quero matear com meu povo e ouvir o berro do gado
Pra matar minha saudade, vou curtir a liberdade no lombo do meu tostado
Quem parte leva a saudade, só fica rastro na estrada
Deixei o galpão da estância, minha primeira morada