Letra de No Mundo da Minha Gaita - Claudir Gomes
Disco A
01
Felicidade
02
Me Vou Pra Vaneira
03
Botando Diapá
04
Trem da Saudade
05
No Mundo da Minha Gaita
06
Balanço de Gaita
07
Saudade e Tristeza
08
Nosso Amor é Assim
09
Só de Gaita e Pandeiro
10
Picaço Velho
11
Cordeona Fandangueira
12
Eu Não Sou Convencido
13
Meu Mundo é Você
14
Da Noite Pro Dia
15
Gineteando a Saudade
16
Siga em Frente
No Mundo da Minha Gaita
Autores: Dionísio Costa e Claudir Gomes
A minha gaita proseia com sotaque de alegria
Na gauchesca magia de se viver fandangueando
Somos um só num braço pra ver o povo feliz
E tudo que a gaita diz assino em baixo, cantando
Minha gaita fandangueira tem cheiro de pasto e campo
Luzeiro de pirilampo, doce sabor de pitanga
Vem o clarão das auroras e as flores de fim de tarde
Quando o sol ainda arde, se refletindo na sanga
Metade da minha alma dentro da gaita reside
Pois comigo ela divide a força da inspiração
Do mundo da minha gaita, vem o Rio Grande campeiro
E o meu coração gaiteiro retrata em cada canção
A minha gaita carrega em sua xucra ressonância
Berro de gado e estância, calor de um tosco braseiro
Sorriso de renda linda dos tempos da mocidade
Que é um arreio pra saudade prum coração caborteiro
Se não fosse a minha gaita
A minha vida não seria povoada de simpatia no tom de alegrar noitadas
Pois com ela junto ao peito sou patrão do meu destino
Exaltando o chão sulino, que é o mundo da gauchada
Metade da minha alma dentro da gaita reside
Pois comigo ela divide a força da inspiração
Do mundo da minha gaita, vem o Rio Grande campeiro
E o meu coração gaiteiro retrata em cada na canção
A minha gaita proseia com sotaque de alegria
Na gauchesca magia de se viver fandangueando
Somos um só num braço pra ver o povo feliz
E tudo que a gaita diz assino em baixo, cantando
Minha gaita fandangueira tem cheiro de pasto e campo
Luzeiro de pirilampo, doce sabor de pitanga
Vem o clarão das auroras e as flores de fim de tarde
Quando o sol ainda arde, se refletindo na sanga
Metade da minha alma dentro da gaita reside
Pois comigo ela divide a força da inspiração
Do mundo da minha gaita, vem o Rio Grande campeiro
E o meu coração gaiteiro retrata em cada canção
A minha gaita carrega em sua xucra ressonância
Berro de gado e estância, calor de um tosco braseiro
Sorriso de renda linda dos tempos da mocidade
Que é um arreio pra saudade prum coração caborteiro
Se não fosse a minha gaita
A minha vida não seria povoada de simpatia no tom de alegrar noitadas
Pois com ela junto ao peito sou patrão do meu destino
Exaltando o chão sulino, que é o mundo da gauchada
Metade da minha alma dentro da gaita reside
Pois comigo ela divide a força da inspiração
Do mundo da minha gaita, vem o Rio Grande campeiro
E o meu coração gaiteiro retrata em cada na canção