Letra de Tributo ao Chimarrão - Fogo de Chão
Fogo de Chão
CD Coletânea 1998
Disco A
01
No Salão do Anastácio
02
Barranca e Fronteira
03
Ronco do Bugio
04
Debulhando Milho
05
Sapecando a Vaneira
06
Canto de Alerta
07
Bugio do Tio Cacaca
08
Gaúcho
09
Esquadrilha da Fumaça
10
Parceiros
11
Estilo Campeiro
12
Maria Morena
13
Décima do Potro Baio
14
Protesto
15
Moreninha dos Meus Olhos
16
Tributo ao Chimarrão
17
Malaquia
18
Recuerdos e Saudades
19
Canto a Curitibanos
Tributo ao Chimarrão
É caixa de ressonância primitiva do meu pampa
Carregas em tua estampa as tradições do meu pago
Quando te sorvo amargo, tu aqueces minha garganta
E o meu peito se agiganta te bebendo trago e trago
Por isso quando eu morrer quero que tenha mateada
E que desde a alvorada corra frouxo o chimarrão
Pois pra mim significa e cuia de mão em mão
Cada verso que eu cantei nos fandangos de galpão
(dá de mão nessa chaleira
E ceva logo um chimarrão
Que o sul deste país
Tem civismo e tradição)
Hoje vive nos galpões e ranchos do povoado
Testemunho do passado às futuras gerações
E quando mateio sinto o gosto da minha querência
Água pura que é a essência de caras recordações
Oh, velha cuia redonda de pátrias continentinas
Trazes o calor das chinas que comigo já matearam
E cada mate sorvido tem ajoujo com a saudade
Que hoje minha alma invade nas lembranças que ficaram
Carregas em tua estampa as tradições do meu pago
Quando te sorvo amargo, tu aqueces minha garganta
E o meu peito se agiganta te bebendo trago e trago
Por isso quando eu morrer quero que tenha mateada
E que desde a alvorada corra frouxo o chimarrão
Pois pra mim significa e cuia de mão em mão
Cada verso que eu cantei nos fandangos de galpão
(dá de mão nessa chaleira
E ceva logo um chimarrão
Que o sul deste país
Tem civismo e tradição)
Hoje vive nos galpões e ranchos do povoado
Testemunho do passado às futuras gerações
E quando mateio sinto o gosto da minha querência
Água pura que é a essência de caras recordações
Oh, velha cuia redonda de pátrias continentinas
Trazes o calor das chinas que comigo já matearam
E cada mate sorvido tem ajoujo com a saudade
Que hoje minha alma invade nas lembranças que ficaram