Letra de Barranca e Fronteira - Fogo de Chão
Fogo de Chão
CD Coletânea 1998
Disco A
01
No Salão do Anastácio
02
Barranca e Fronteira
03
Ronco do Bugio
04
Debulhando Milho
05
Sapecando a Vaneira
06
Canto de Alerta
07
Bugio do Tio Cacaca
08
Gaúcho
09
Esquadrilha da Fumaça
10
Parceiros
11
Estilo Campeiro
12
Maria Morena
13
Décima do Potro Baio
14
Protesto
15
Moreninha dos Meus Olhos
16
Tributo ao Chimarrão
17
Malaquia
18
Recuerdos e Saudades
19
Canto a Curitibanos
Barranca e Fronteira
Quando chega o domingo eu encilho o meu pingo que troteando sai
Rumo as velhas barrancas de histórias tantas do rio uruguai
Eu sou fronteiriço de rédea e caniço o perigo me atrai
Sou de uruguaiana de mãe castelhana igual a meu pai
Se a terra não é minha se a vida é mesquinha o que se há de fazer
Mas o sonho nasceu e o rio se fez meu e nele vou descer
Pra encontrar quem me espera morena sincera que é meu bem querer
Meu momento é ai no chão onde eu nasci e onde eu vou morrer
Tenho o verde dos campos nos teus olhos
E um feitiço maleva que é puro veneno do caminhar
Uma noite serena adormece morena em teus cabelos
E o seu corpo bronzeado é um laço atirado a me pealar
Tristeza e alegria são meu dia-a-dia já me acostumei
Sou de campo e de rio tenha sol, faça frio lá domingo estarei
Barranca e fronteira canha brasileira assim me criei
Com carinho nos braços galopo meus passos e me torno um rei
Hoje meu dia-a-dia só tem alegrias tristezas deixei
Encontrei na verdade a outra metade que tanto busquei
Barranca e fronteira canha brasileira feliz estarei
Com carinho nos braços da prenda os abraços e me sinto um rei
Rumo as velhas barrancas de histórias tantas do rio uruguai
Eu sou fronteiriço de rédea e caniço o perigo me atrai
Sou de uruguaiana de mãe castelhana igual a meu pai
Se a terra não é minha se a vida é mesquinha o que se há de fazer
Mas o sonho nasceu e o rio se fez meu e nele vou descer
Pra encontrar quem me espera morena sincera que é meu bem querer
Meu momento é ai no chão onde eu nasci e onde eu vou morrer
Tenho o verde dos campos nos teus olhos
E um feitiço maleva que é puro veneno do caminhar
Uma noite serena adormece morena em teus cabelos
E o seu corpo bronzeado é um laço atirado a me pealar
Tristeza e alegria são meu dia-a-dia já me acostumei
Sou de campo e de rio tenha sol, faça frio lá domingo estarei
Barranca e fronteira canha brasileira assim me criei
Com carinho nos braços galopo meus passos e me torno um rei
Hoje meu dia-a-dia só tem alegrias tristezas deixei
Encontrei na verdade a outra metade que tanto busquei
Barranca e fronteira canha brasileira feliz estarei
Com carinho nos braços da prenda os abraços e me sinto um rei