Letra de Sou Desse Jeito e Não Mudo - Baitaca
Disco A
01
Nas Madrugadas Campeiras
02
Aonde Tocam Os Monarcas
03
Não Brinque Com o Facebook
04
Vida de Campeiro
05
Orelhador de Cordeona
06
No Tempo Que Eu Era Peão
07
Dedo Inchado
08
O Homem e a Maldição
09
De Campeiro Pra Campeiro
10
Meu Alerta
11
Vaneira Véia
12
Sou Desse Jeito e Não Mudo
13
Se Foi a Gata Com a Cinta
14
Despedida do Betão
15
Estância Abandonada
Sou Desse Jeito e Não Mudo
"Ninguém me quebra o topete
Nasci pra ser topetudo
Sou taura macho em quantia
Sou deste jeito e não mudo"
Me criei a campo fora
No borraio eu fui templado
Dormindo numa tarimba
Num galpão enfumaçado
Cada um tem seu estilo
Merece ser respeitado
Jamais vai ficar redondo
Quem nasceu pra ser quadrado
Cada um tem seu estilo
Merece ser respeitado
Jamais vai ficar redondo
Quem nasceu pra ser quadrado
Eu trago dentro da alma
Resto de campo e de ruína
O Rio Grande tem história
E essa história não termina
Divulgo na minha garganta
Nossa cultura sulina
Canto xucro igual ao meu
Não serve pra cola fina
Divulgo na minha garganta
Nossa cultura sulina
Canto xucro igual ao meu
Não serve pra cola fina
Pendurada no meu peito
Carrego a cruz missioneira
E na hora do perigo
Nunca corro pra trincheira
De chapéuzito tapeado
Atravesso a pátria inteira
Respeitando o home' sério
Sofrenando o bagaceira
De chapéuzito tapeado
Atravesso a pátria inteira
Respeitando o home' sério
Sofrenando o bagaceira
Nasci pra ser topetudo
Sou taura macho em quantia
Sou deste jeito e não mudo"
Me criei a campo fora
No borraio eu fui templado
Dormindo numa tarimba
Num galpão enfumaçado
Cada um tem seu estilo
Merece ser respeitado
Jamais vai ficar redondo
Quem nasceu pra ser quadrado
Cada um tem seu estilo
Merece ser respeitado
Jamais vai ficar redondo
Quem nasceu pra ser quadrado
Eu trago dentro da alma
Resto de campo e de ruína
O Rio Grande tem história
E essa história não termina
Divulgo na minha garganta
Nossa cultura sulina
Canto xucro igual ao meu
Não serve pra cola fina
Divulgo na minha garganta
Nossa cultura sulina
Canto xucro igual ao meu
Não serve pra cola fina
Pendurada no meu peito
Carrego a cruz missioneira
E na hora do perigo
Nunca corro pra trincheira
De chapéuzito tapeado
Atravesso a pátria inteira
Respeitando o home' sério
Sofrenando o bagaceira
De chapéuzito tapeado
Atravesso a pátria inteira
Respeitando o home' sério
Sofrenando o bagaceira