Letra de Orelhador de Cordeona - Baitaca

Orelhador de Cordeona

Banca no braço o baio branco bergamota
Home' da grota não precisa de cabresto
Bandeia o corpo, gravateia esse matungo
Mostra pro mundo que o campeiro não tem preço

E eu vou fazendo um costado pra essa cordeona
Que é redomona e corcoveia num gaitaço
No mano-a-mano, já se vamos pra queimada
E a madrugada é testemunha do que eu faço
No mano-a-mano, já se vamos pra queimada
E a madrugada é testemunha do que eu faço

Graças a Deus eu não sou filho da macega
Se o fole nega abro as pernas orelhando
E boto freio e meto marca noite adentro
E só me aquieto quando o dia vem clareando

Graças a Deus eu não sou filho da macega
Se o fole nega abro as pernas orelhando
E boto freio e meto marca noite adentro
E só me aquieto quando o dia vem clareando

Venho do tempo da potrada sem potreiro
Ser companheiro é uma virtude que me sobra
Tenho a alma buenas' e munheca' de gaiteiro
Corpo ligeiro de quem dá rasteira em cobra

Talvez por isso é que eu me grudo e não me largo
Na zóio sargo', retovada de sereno
No lombo xucro dessa gaita eu só me amanso
Vendo o balanço deste teu corpo moreno
No lombo xucro dessa gaita eu só me amanso
Vendo o balanço deste teu corpo moreno

Graças a Deus eu não sou filho da macega
Se o fole nega abro as pernas orelhando
E boto freio e meto marca noite adentro
E só me aquieto quando o dia vem clareando

Graças a Deus eu não sou filho da macega
Se o fole nega abro as pernas orelhando
E boto freio e meto marca noite adentro
E só me aquieto quando o dia vem clareando

"Meu amigo Fernandinho, tu que já vem orelhando essa cordeona, me faz um costado parceiro véio'. "

"Mas então frouxemo' a boca desse baio, Baitaca, só pra ver no que que dá, companheiro."

Venho do tempo da potrada sem potreiro
Ser companheiro é uma virtude que me sobra
Tenho a alma buena e munhecas de gaiteiro
Corpo ligeiro de quem dá rasteira em cobra

Talvez por isso é que eu me grudo e não me largo
Na zóio sargo', retovado de sereno
No lombo xucro desta gaita eu só me amanso
Vendo o balanço deste teu corpo moreno
No lombo xucro desta gaita eu só me amanso
Vendo o balanço deste teu corpo moreno

Graças a Deus eu não sou filho da macega
Se o fole nega abro as pernas orelhando
E boto freio e boto marca noite adentro
E só me aquieto quando o dia vem clareando

Graças a Deus eu não sou filho da macega
Se o fole nega abro as pernas orelhando
E boto freio e meto marca noite adentro
E só me aquieto quando o dia vem clareando

" Obrigado Fernandinho pela parceria, chê! "
Expressões Regionais nesta letra

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