Letra de Vida de Campeiro - Baitaca
Disco A
01
Nas Madrugadas Campeiras
02
Aonde Tocam Os Monarcas
03
Não Brinque Com o Facebook
04
Vida de Campeiro
05
Orelhador de Cordeona
06
No Tempo Que Eu Era Peão
07
Dedo Inchado
08
O Homem e a Maldição
09
De Campeiro Pra Campeiro
10
Meu Alerta
11
Vaneira Véia
12
Sou Desse Jeito e Não Mudo
13
Se Foi a Gata Com a Cinta
14
Despedida do Betão
15
Estância Abandonada
Vida de Campeiro
Cresci no campo e comprova na minha estampa
Moro na grota num rancho a beira da sanga
Perto do mato e como frutas silvestres
Aritchicum, guabiroba e pitanga
Cruz de lorena pendurada sobre o peito
Pra impor o respeito e me livrar dos males e assombros
Chapéu bem grande, bombacha larga e o lenço
Bota e guaiaca e um pala sobre os ombros
Quando eu acordo no meu ninho de pelego
Fico escutando ao longe o berro do gado
O quero-quero o guardião das madrugadas
Com seus filhotes se escondendo no gramado
Saio a procura de uma galinha matreira
To procurando e me ferroa um camoatim
Encontro ela se levantando do ninho
E vem um lagarto se arrastando no capim
A saracura está adivinhando chuva
E um pica-pau entronado na tronqueira
Sento na sombra pra tomar meu chimarrão
Um leitão guacho vem me e me virar a chaleira
Isso acontece pra mim que vivo no campo
Escrevo e canto esses versos galponeiros
Graças a deus sigo de pé no estribo
Adoro e vivo esta vida de campeiro
Moro na grota num rancho a beira da sanga
Perto do mato e como frutas silvestres
Aritchicum, guabiroba e pitanga
Cruz de lorena pendurada sobre o peito
Pra impor o respeito e me livrar dos males e assombros
Chapéu bem grande, bombacha larga e o lenço
Bota e guaiaca e um pala sobre os ombros
Quando eu acordo no meu ninho de pelego
Fico escutando ao longe o berro do gado
O quero-quero o guardião das madrugadas
Com seus filhotes se escondendo no gramado
Saio a procura de uma galinha matreira
To procurando e me ferroa um camoatim
Encontro ela se levantando do ninho
E vem um lagarto se arrastando no capim
A saracura está adivinhando chuva
E um pica-pau entronado na tronqueira
Sento na sombra pra tomar meu chimarrão
Um leitão guacho vem me e me virar a chaleira
Isso acontece pra mim que vivo no campo
Escrevo e canto esses versos galponeiros
Graças a deus sigo de pé no estribo
Adoro e vivo esta vida de campeiro