Letra de Cantiga dos Tempos - Iedo Silva
Disco A
01
Cantando e Dando Gaitaço
02
Amanhecer no Pampa
03
A Ponte Que Caiu
04
Cada Macaco no Seu Galho
05
Filho da Pampa
06
Imaginação
07
Cantiga dos Tempos
08
Saracura do Banhado
09
O Bastantão
10
Lamento de um Gaúcho
11
Perdido nas Sesmarias
12
Xote Laranjeira
13
Faculdade Campeira
14
Juramento
Cantiga dos Tempos
Não vejo mais boi de canga, não vejo mais changuedor
Não vejo mais o tropeiro estalando o arreador
Tudo pertence ao passado na mente do cantador
Era, era, era boi; era, boi, era boiada
E os gritos foram subindo com a poeira da estrada
Lembrando de antigamente nos tempos que já passaram
Só se encontra nas estradas tropeiros que já tropearam
Só se vê os carreteiros que os bois de canga largaram
Chegaram falando macio sem sotaque, nem estampa,
Com a força d gigantes entreveraram cascos e guampas
Carreteiro sem guiada dando um silencio nos pampas
Devemos tudo ao progresso, tudo o progresso matou
No lugar de uma carreta um caminhão carregou
E no lugar do tropeiro um motorista ficou
Esta revolta que grita aqui dentro do meu eu
Boi, carreta, carreteiro virou peça de museu
E eu grito e bato no peito que a tradição não morreu.
Não vejo mais o tropeiro estalando o arreador
Tudo pertence ao passado na mente do cantador
Era, era, era boi; era, boi, era boiada
E os gritos foram subindo com a poeira da estrada
Lembrando de antigamente nos tempos que já passaram
Só se encontra nas estradas tropeiros que já tropearam
Só se vê os carreteiros que os bois de canga largaram
Chegaram falando macio sem sotaque, nem estampa,
Com a força d gigantes entreveraram cascos e guampas
Carreteiro sem guiada dando um silencio nos pampas
Devemos tudo ao progresso, tudo o progresso matou
No lugar de uma carreta um caminhão carregou
E no lugar do tropeiro um motorista ficou
Esta revolta que grita aqui dentro do meu eu
Boi, carreta, carreteiro virou peça de museu
E eu grito e bato no peito que a tradição não morreu.