Letra de Amanhecer no Pampa - Iedo Silva
Disco A
01
Cantando e Dando Gaitaço
02
Amanhecer no Pampa
03
A Ponte Que Caiu
04
Cada Macaco no Seu Galho
05
Filho da Pampa
06
Imaginação
07
Cantiga dos Tempos
08
Saracura do Banhado
09
O Bastantão
10
Lamento de um Gaúcho
11
Perdido nas Sesmarias
12
Xote Laranjeira
13
Faculdade Campeira
14
Juramento
Amanhecer no Pampa
Buenos dias gauchada no velho estilo campeiro
Me chego junto ao braseiro e um chimarrão vou tomando
Ideais eu vou transando aqui dentro da minha mente
Pois sempre fico contente quando o dia vem clareando
Fico contente feliz sempre que amanhece o dia
Recebo com alegria o sol que ao longe aparece
Como é triste quem padece sem ver o dia clareando
E a passarada cantando quando no pago amanhece.
Por isso levanto cedo pra assistir tanta beleza
Que a nossa mãe natureza deu ao pago de presente
E o gaúcho descontente se amanhecer no pampa
É como canha na guampa ou água pura de vertente.
E amanhecendo no pampa e eu aqui no galpão
Tomo mais um chimarrão antes de ir pra invernada
Enfrentar outra jornada, quanto isso um tropeiro
Despertou um madrinheiro botando a tropa na estrada.
Pra isso me dou outro mate pra eu sorver de mansinho
Escutando um passarinho que canta lá na ramada
O resto da peonada dá os últimos reparos
Montado em seus cavalos pra fazer suas campereadas
E eu também já vou saindo como faço todos os dias
Pra mi é uma alegria andar no pago a correr
E assim vou até morrer quero viver gauderiando
E bem cedo levantando vendo o pampa amanhecer.
Me chego junto ao braseiro e um chimarrão vou tomando
Ideais eu vou transando aqui dentro da minha mente
Pois sempre fico contente quando o dia vem clareando
Fico contente feliz sempre que amanhece o dia
Recebo com alegria o sol que ao longe aparece
Como é triste quem padece sem ver o dia clareando
E a passarada cantando quando no pago amanhece.
Por isso levanto cedo pra assistir tanta beleza
Que a nossa mãe natureza deu ao pago de presente
E o gaúcho descontente se amanhecer no pampa
É como canha na guampa ou água pura de vertente.
E amanhecendo no pampa e eu aqui no galpão
Tomo mais um chimarrão antes de ir pra invernada
Enfrentar outra jornada, quanto isso um tropeiro
Despertou um madrinheiro botando a tropa na estrada.
Pra isso me dou outro mate pra eu sorver de mansinho
Escutando um passarinho que canta lá na ramada
O resto da peonada dá os últimos reparos
Montado em seus cavalos pra fazer suas campereadas
E eu também já vou saindo como faço todos os dias
Pra mi é uma alegria andar no pago a correr
E assim vou até morrer quero viver gauderiando
E bem cedo levantando vendo o pampa amanhecer.