Alegrete · Rio Grande do Sul · Brasil
Letra de música

Funeral das Reses

Paullo Costa · De Alma, Campo e Saudade

Capa de De Alma, Campo e Saudade
Paullo Costa

Funeral das Reses

De Alma, Campo e Saudade · 2015
(thunão pereira/paullo costa) À frente da antiga fazenda o gado põem-se a berrar são gemidos de angústia na hora crepuscular são vozes incompreendidas nesse coro funerário tropel de reses parceiras no mesmo culto mortuário quando uma rês é sangrada, que o campo o sangue enegrece e morta a ponta de faca, carneada, desaparece lá no altar da coxilha a tropa faz sua prece litania bruta e selvagem de dolorosos bramidos uma prece ignorada, terço de berro e gemidos desordenada revolta contra o destino implacável manotaços e soluços numa fúria indomável quando uma rês é sangrada, que o campo o sangue enegrece... ´inda se ouve na noite pontas de gado a chorar babando em cima da terra, em voltas, a soluçar na tristeza tão aflita sobre o sangue derramado dando adeus ao companheiro que ali foi sacrificado quando uma rês é sangrada, que o campo o sangue enegrece...
Mais de Paullo Costa

Outros álbuns

Capa do álbum Serrano de Alma Pura
CD · 2020

Serrano de Alma Pura

Paullo Costa

Capa do álbum Segue o Baile
CD · 2018

Segue o Baile

Paullo Costa

Capa do álbum CD e DVD Ao Vivo 20 Anos
DVD · 2017

CD e DVD Ao Vivo 20 Anos

Paullo Costa

Capa do álbum É Desse Jeito
CD · 2005

É Desse Jeito

Paullo Costa

Publicidade