Letra de Águas de Arambaré - João Chagas Leite
Disco A
01
Peregrinos
02
Santa Maria Medianeira
03
Madrugada dos Versos
04
Exílio
05
São Martinho da Serra
06
Meu Lugarejo
07
Lágrimas da Flor
08
Vou Voltar Pra Camaquã
09
Revoadas
10
Vou Pra Camobi
11
Flor do Sul
12
Águas de Arambaré
13
Acalanto
14
Enganos
15
Janelas Pra o Coração
16
Nossa Gaita Não se Cala
17
Herdeiros da Tradição
Águas de Arambaré
Salvador Lamberti / João Chagas Leite
Canção
Quando á sombras da figueira alguém descansa
Na brisa mansa que sopra no litoral
Ainda ouve as cantigas das inúbias
Em contracanto com as águas do pontal.
O vento manso leva as brunas das manhãs
E traz mistérios que ficam rondando a lua
Pois diz a lenda que na foz da’quele arroio
Uma sereia vem banhar-se toda nua.
A natureza abre os braços qual gaivotas
Nessas areias, nessas matas e aguapés
São sonhos lindos florescendo nessa praia
E o sol desmaia nas águas de Arambaré.
Sempre que fico a contemplar essas paisagens
Singrando em águas vão meus sonhos da canoa
Talvez eu seja tal qual os Arachanes
Que vão banhar-se nessas margens da lagoa.
Canção
Quando á sombras da figueira alguém descansa
Na brisa mansa que sopra no litoral
Ainda ouve as cantigas das inúbias
Em contracanto com as águas do pontal.
O vento manso leva as brunas das manhãs
E traz mistérios que ficam rondando a lua
Pois diz a lenda que na foz da’quele arroio
Uma sereia vem banhar-se toda nua.
A natureza abre os braços qual gaivotas
Nessas areias, nessas matas e aguapés
São sonhos lindos florescendo nessa praia
E o sol desmaia nas águas de Arambaré.
Sempre que fico a contemplar essas paisagens
Singrando em águas vão meus sonhos da canoa
Talvez eu seja tal qual os Arachanes
Que vão banhar-se nessas margens da lagoa.