Letra de Madrugada dos Versos - João Chagas Leite
Disco A
01
Peregrinos
02
Santa Maria Medianeira
03
Madrugada dos Versos
04
Exílio
05
São Martinho da Serra
06
Meu Lugarejo
07
Lágrimas da Flor
08
Vou Voltar Pra Camaquã
09
Revoadas
10
Vou Pra Camobi
11
Flor do Sul
12
Águas de Arambaré
13
Acalanto
14
Enganos
15
Janelas Pra o Coração
16
Nossa Gaita Não se Cala
17
Herdeiros da Tradição
Madrugada dos Versos
Estando o pala dos pensares noite a fora
Buscando auroras para o verso que germina
Vou aquecendo esses anseios do meu povo
É um tempo novo germinando nas campinas
Se perco o sono pra fazer versos no escuro
Sempre procuro minha própria claridade
A luz da alma que é chama acesa por deus
Anseios meus que sempre buscam a liberdade
A madrugada abre os olhos num bocejo
Trazendo um beijo envergonhado cor de sol
E entre os mates prata é ouro, verso e tempo
Meus pensamentos envolto em caracol
Cruzo a horizontes com asas de beija flor
Brisa e calor nesses sorriso que me traz
Bandeira branca do amor nessas nuances
Para os romances que até esqueceram da paz
De vez em quando peço luz de alguma estrela
Para trazê-la iluminar os meus poemas
E até que a alma se derrame em cantoria
Há um novo dia no cantar da seriema.
A madrugada abre os olhos num bocejo
Trazendo um beijo envergonhado cor de sol
E entre os mates prata é ouro, verso e tempo
Meus pensamentos envolto em caracol
Buscando auroras para o verso que germina
Vou aquecendo esses anseios do meu povo
É um tempo novo germinando nas campinas
Se perco o sono pra fazer versos no escuro
Sempre procuro minha própria claridade
A luz da alma que é chama acesa por deus
Anseios meus que sempre buscam a liberdade
A madrugada abre os olhos num bocejo
Trazendo um beijo envergonhado cor de sol
E entre os mates prata é ouro, verso e tempo
Meus pensamentos envolto em caracol
Cruzo a horizontes com asas de beija flor
Brisa e calor nesses sorriso que me traz
Bandeira branca do amor nessas nuances
Para os romances que até esqueceram da paz
De vez em quando peço luz de alguma estrela
Para trazê-la iluminar os meus poemas
E até que a alma se derrame em cantoria
Há um novo dia no cantar da seriema.
A madrugada abre os olhos num bocejo
Trazendo um beijo envergonhado cor de sol
E entre os mates prata é ouro, verso e tempo
Meus pensamentos envolto em caracol