Letra de Exílio - João Chagas Leite
Disco A
01
Peregrinos
02
Santa Maria Medianeira
03
Madrugada dos Versos
04
Exílio
05
São Martinho da Serra
06
Meu Lugarejo
07
Lágrimas da Flor
08
Vou Voltar Pra Camaquã
09
Revoadas
10
Vou Pra Camobi
11
Flor do Sul
12
Águas de Arambaré
13
Acalanto
14
Enganos
15
Janelas Pra o Coração
16
Nossa Gaita Não se Cala
17
Herdeiros da Tradição
Exílio
Salvador Lamberti / João Chagas Leite
Toada Canção
Quando o sol vai lá na mata
O murmúrio da cascata reponta a saudade tua
Tudo se veste de escuro
Mesmo assim eu te procuro seguindo o rastro da lua
Imagens feita de ciúmes
E a lembrança se faz lume pra minha doce paixão
Tua ausência é meu exílio
Só teu olhar tem o brilho da minha imaginação
Canta, canta, seriema
Que o coração de quem ama precisa ouvir teu cantar
Teu canto traz a lembrança
De uma menina de trança dos olhos da cor do mar.
Enquanto as aves aninham
A saudade se avizinha pousando em meu coração
Embarga a voz na garganta
Mas é o silencio que canta um canto de solidão
Para buscar teus carinhos
Vou replantas meus caminhos com o sol do amanhecer
Para suportar as ânsias
Vou suprir as distancias já que não sei te esquecer.
Toada Canção
Quando o sol vai lá na mata
O murmúrio da cascata reponta a saudade tua
Tudo se veste de escuro
Mesmo assim eu te procuro seguindo o rastro da lua
Imagens feita de ciúmes
E a lembrança se faz lume pra minha doce paixão
Tua ausência é meu exílio
Só teu olhar tem o brilho da minha imaginação
Canta, canta, seriema
Que o coração de quem ama precisa ouvir teu cantar
Teu canto traz a lembrança
De uma menina de trança dos olhos da cor do mar.
Enquanto as aves aninham
A saudade se avizinha pousando em meu coração
Embarga a voz na garganta
Mas é o silencio que canta um canto de solidão
Para buscar teus carinhos
Vou replantas meus caminhos com o sol do amanhecer
Para suportar as ânsias
Vou suprir as distancias já que não sei te esquecer.