Letra de N'algum Fundão de Invernada - Os Serranos
Disco A
01
Batendo Caco
02
Bailes dos Serranos
03
Meu Cavalo, Meu Amigo
04
Abraço Eterno
05
Um Grito a Gildo de Freitas
06
Na Levada do Fole
07
Inverno Serrano
08
Domador Apaixonado
09
Canarinho
10
Pra Escutar Minhas Vaneiras Lá Fora
11
Vaneira do Tio Niva
12
Meu Laço
13
Domador Por Vocação
14
Rodeio do Peito
15
Alma no Arreio
16
N'algum Fundão de Invernada
N'algum Fundão de Invernada
Ao trote largo do cavalo vai um taura
Laço nos tentos chapéu de aba comprida
Segue o destino de ser mais um peão campeiro
Estampa rude sempre pronto para a lida
É o próprio campo esse senhor dos arreios
Alma de estância, jeito simples, buenachão
Figura altiva n'algum fundão de invernada
Tropeando sonhos pro rodeio de emoção.
(Nas estâncias do Rio Grande,
N'algum fundão de invernada
Há sempre um peão de a cavalo,
Lidando com a bicharada.)
Carrega a marca do Rio Grande no semblante
E toda a força desse caudilho torrão
Apresilhada em seu laço vai a vida
E na ilhapa o seu rude coração.
E sol espia e o campeiro salta cedo
Sabe que a vida vai ao tranco do gateado
A lida espera n'algum fundão de invernada
E o dia vem no seu mouro acinzentado.
Laço nos tentos chapéu de aba comprida
Segue o destino de ser mais um peão campeiro
Estampa rude sempre pronto para a lida
É o próprio campo esse senhor dos arreios
Alma de estância, jeito simples, buenachão
Figura altiva n'algum fundão de invernada
Tropeando sonhos pro rodeio de emoção.
(Nas estâncias do Rio Grande,
N'algum fundão de invernada
Há sempre um peão de a cavalo,
Lidando com a bicharada.)
Carrega a marca do Rio Grande no semblante
E toda a força desse caudilho torrão
Apresilhada em seu laço vai a vida
E na ilhapa o seu rude coração.
E sol espia e o campeiro salta cedo
Sabe que a vida vai ao tranco do gateado
A lida espera n'algum fundão de invernada
E o dia vem no seu mouro acinzentado.