Letra de Abraço Eterno - Os Serranos
Disco A
01
Batendo Caco
02
Bailes dos Serranos
03
Meu Cavalo, Meu Amigo
04
Abraço Eterno
05
Um Grito a Gildo de Freitas
06
Na Levada do Fole
07
Inverno Serrano
08
Domador Apaixonado
09
Canarinho
10
Pra Escutar Minhas Vaneiras Lá Fora
11
Vaneira do Tio Niva
12
Meu Laço
13
Domador Por Vocação
14
Rodeio do Peito
15
Alma no Arreio
16
N'algum Fundão de Invernada
Abraço Eterno
O toque campeiro de um velho gaiteiro
Espalhou com o vento deixando lembranças lindas
O povo ainda revive a história
E traz na memória o som que jamais se finda
O correr do tempo deixou por exemplo
O ensinamento para alguém seguir seus passos
Do velho compasso de uma vaneira
Da gaita campeira que aos poucos perdeu seus braços
(Num canto guardada sua gaita calada
Entra madrugada e um sonho vem lhe buscar
Pra um tempo lindo do povo sorrindo
E a gaita se abrindo em seu templo a tocar)
O tempo sem pena branqueou a melena
Tirando a força do mais gauchesco abraço
A idade avançada trouxe passos lentos
E seus movimentos não tem mais o mesmo compasso
Por isso agradece se alguém aparece
Que seja gaiteiro e abrace a eterna parceira
Pelas mãos do amigo acalma a saudade
E a mocidade rebrota na alma gaiteira
(Num canto guardada sua gaita calada
Entra madrugada e um sonho vem lhe buscar
Pra um tempo lindo do povo sorrindo
E a gaita se abrindo em seu templo a tocar)
O choro do fole no ronco de um gole
Do mate gaúcho lhe desce queimando o peito
A mente revive toadas antigas
E a voz das antigas não vibra do mesmo jeito
Mas vê seu legado ser perpetuado
Por mãos pequeninas que ainda rabiscam cadernos
E sabe que a vida renasce no herdeiro
E gaita e gaiteiro é o dom de um abraço eterno
(Num canto guardada sua gaita calada
Entra madrugada e um sonho vem lhe buscar
Pra um tempo lindo do povo sorrindo
E a gaita se abrindo em seu templo a tocar)
Espalhou com o vento deixando lembranças lindas
O povo ainda revive a história
E traz na memória o som que jamais se finda
O correr do tempo deixou por exemplo
O ensinamento para alguém seguir seus passos
Do velho compasso de uma vaneira
Da gaita campeira que aos poucos perdeu seus braços
(Num canto guardada sua gaita calada
Entra madrugada e um sonho vem lhe buscar
Pra um tempo lindo do povo sorrindo
E a gaita se abrindo em seu templo a tocar)
O tempo sem pena branqueou a melena
Tirando a força do mais gauchesco abraço
A idade avançada trouxe passos lentos
E seus movimentos não tem mais o mesmo compasso
Por isso agradece se alguém aparece
Que seja gaiteiro e abrace a eterna parceira
Pelas mãos do amigo acalma a saudade
E a mocidade rebrota na alma gaiteira
(Num canto guardada sua gaita calada
Entra madrugada e um sonho vem lhe buscar
Pra um tempo lindo do povo sorrindo
E a gaita se abrindo em seu templo a tocar)
O choro do fole no ronco de um gole
Do mate gaúcho lhe desce queimando o peito
A mente revive toadas antigas
E a voz das antigas não vibra do mesmo jeito
Mas vê seu legado ser perpetuado
Por mãos pequeninas que ainda rabiscam cadernos
E sabe que a vida renasce no herdeiro
E gaita e gaiteiro é o dom de um abraço eterno
(Num canto guardada sua gaita calada
Entra madrugada e um sonho vem lhe buscar
Pra um tempo lindo do povo sorrindo
E a gaita se abrindo em seu templo a tocar)