Letra de Resto de campo - Jorge Santos
Disco A
01
Isto é Rio Grande
02
Vaneirinha Do Sufoco ( Participação Especial - João Carlos Portella )
03
Levando o Sul nos Arreios (Participação especial Walther Moraes)
04
Balseiros do Rio Uruguai
05
Zóio Verde
06
Romance do Guampa Cheia
07
Guri
08
Bobeou, Perdeu
09
Resto de campo
10
A Distância
11
Cuera Campeiro
12
O Amor e o Tempo
13
Romance de Baile
14
Visita de um Anjo
15
Deu Caruncho no Namoro
16
Taureando Tua Ausência
17
Amor de Verão
Resto de campo
(Dionísio Costa)
Chapéu dasabado, escondendo a melena
Na fala serena, o sotaque de fora
É só o que resta do homem campeiro
Que aqui no povoeiro sobrevive agora
Por vezes se perde em prosa e relato
Mostrando um retrato no lombo de um pingo
E conta de lidas, façanhas, andanças
Carreira e festança, na paz de um domingo
Aquela estampa de sorriso largo
Disfarça o amargo que vem da saudade
Igual tantos outros taureando esta sína
Em tantas esquinas de qualquer cidade
É um resto de campo e das lidas campeiras
Rondando as lixeiras, repontando lata
Que aprendeu nos becos e nas avenidas
Que as vezes a vida também é sucata
Num tôsco barraco onde tudo é escasso
Que até falta espaço pra ter esperanças
Um som de cordeona num rádio de pilha
Enfrena a tropilha de muitas lembranças
Piór que ser xúcro carente de tudo
De pão e de estudo pra entender a vida
É ver a piazada não ter um futuro
Tranquilo e seguro depois da partida
Chapéu dasabado, escondendo a melena
Na fala serena, o sotaque de fora
É só o que resta do homem campeiro
Que aqui no povoeiro sobrevive agora
Por vezes se perde em prosa e relato
Mostrando um retrato no lombo de um pingo
E conta de lidas, façanhas, andanças
Carreira e festança, na paz de um domingo
Aquela estampa de sorriso largo
Disfarça o amargo que vem da saudade
Igual tantos outros taureando esta sína
Em tantas esquinas de qualquer cidade
É um resto de campo e das lidas campeiras
Rondando as lixeiras, repontando lata
Que aprendeu nos becos e nas avenidas
Que as vezes a vida também é sucata
Num tôsco barraco onde tudo é escasso
Que até falta espaço pra ter esperanças
Um som de cordeona num rádio de pilha
Enfrena a tropilha de muitas lembranças
Piór que ser xúcro carente de tudo
De pão e de estudo pra entender a vida
É ver a piazada não ter um futuro
Tranquilo e seguro depois da partida