Letra de Romance do Guampa Cheia - Jorge Santos
Disco A
01
Isto é Rio Grande
02
Vaneirinha Do Sufoco ( Participação Especial - João Carlos Portella )
03
Levando o Sul nos Arreios (Participação especial Walther Moraes)
04
Balseiros do Rio Uruguai
05
Zóio Verde
06
Romance do Guampa Cheia
07
Guri
08
Bobeou, Perdeu
09
Resto de campo
10
A Distância
11
Cuera Campeiro
12
O Amor e o Tempo
13
Romance de Baile
14
Visita de um Anjo
15
Deu Caruncho no Namoro
16
Taureando Tua Ausência
17
Amor de Verão
Romance do Guampa Cheia
Paullo costa ,Marcus Vigolo
E atenção gauchada que vive oitavada nos balcões dos bolichos
Me bandeei pra o litoral por volta das onze e meia
Cheguei na beira da praia procurando uma sereia
Avistei uma pernuda lagarteando na areia
Quando perto eu cheguei a tipa disse larguei
Tu já ta de guampa cheia
Quando chego num bolicho tomo uns trago que tonteia
Por isso que a gauchada me chama de guampa cheia
Por isso que a gauchada me chama de guampa cheia
Eu fui tocar um fandango Lá pelo passo da areia
E sempre no fim do baile que a coisa incendeia
E quando me dei por conta tava enfiado na peleia
Sai com o poncho esfiapado deixei uns quantos cortados
Mais sempre de guampa cheia
Chegando em casa mamau é que a coisa fica feia
A patroa quando braba da pinote e corcoveia
Quis ela se botá em mim gritei ta feita a peleia
Ela com u rolo de massa ai que cheiro de cachaça
Tu já ta de guampa cheia
Depois daquele entrevero que o indo se desnorteia
A diaba de mim deu queixa senti o calor da maneia
Eu tirei um mês de folga descansando na cadeia
Cumpri o tempo na manha levei um barril de canha
E sempre de guampa cheia
E atenção gauchada que vive oitavada nos balcões dos bolichos
Me bandeei pra o litoral por volta das onze e meia
Cheguei na beira da praia procurando uma sereia
Avistei uma pernuda lagarteando na areia
Quando perto eu cheguei a tipa disse larguei
Tu já ta de guampa cheia
Quando chego num bolicho tomo uns trago que tonteia
Por isso que a gauchada me chama de guampa cheia
Por isso que a gauchada me chama de guampa cheia
Eu fui tocar um fandango Lá pelo passo da areia
E sempre no fim do baile que a coisa incendeia
E quando me dei por conta tava enfiado na peleia
Sai com o poncho esfiapado deixei uns quantos cortados
Mais sempre de guampa cheia
Chegando em casa mamau é que a coisa fica feia
A patroa quando braba da pinote e corcoveia
Quis ela se botá em mim gritei ta feita a peleia
Ela com u rolo de massa ai que cheiro de cachaça
Tu já ta de guampa cheia
Depois daquele entrevero que o indo se desnorteia
A diaba de mim deu queixa senti o calor da maneia
Eu tirei um mês de folga descansando na cadeia
Cumpri o tempo na manha levei um barril de canha
E sempre de guampa cheia