Letra de Veterano - Marcello Caminha
Disco A
01
Batendo Água
02
Sétima Do Pontal
03
Baile De Candeeiro
04
Em Cima Do Laço
05
Alguém Distante
06
Lá Na Fronteira
07
Vento Negro
08
Canto Alegretense
09
Céu, Sol, Sul, Terra E Cor
10
Esquilador
11
Veterano
12
Milonga Abaixo De Mau Tempo
13
Quando O Verso Vem Pras Casas
14
Cabanha Touro Passo
15
Assim No Más
16
Milonga Em Preto E Branco
17
Estrada Do Sonho
18
Taquito Militar
19
La Cumparsita
20
Hino Rio-Grandense
Veterano
Antônio augusto ferreira e ewerton ferreira
está findando meu tempo,
a tarde encerra mais cedo,
meu mundo ficou pequeno
e eu sou menor do que penso.
o bagual tá mais ligeiro,
o braço fraqueja as vezes
demoro mais do que quero
mas alço a perna sem medo.
encilho o cavalo manso,
mas boto o laço nos tentos,
se força falta no braço,
na coragem me sustento.
refrão:
(se lembra o tempo de quebra
a vida volta prá traz
sou bagual que não se entrega,
assim no mais.)
nas manhãs de primavera
quando vou para rodeio,
sou menino de alma leve
voando sobre o pelego.
cavalo do meu potreiro
mete a cabeça no freio.
encilho no parapeito,
mas não ato nem maneio.
se desencilha o pelego
cai o banco onde me sento,
Água quente de erva buena,
para matear em silêncio.
refrão
neste fogo onde me aquento,
remôo as coisas que penso,
repasso o que tenho feito,
para ver o que mereço.
quando chegar meu inverno,
que me vem branqueando o cerro,
vai me encontrar venta-aberta
de coração estreleiro.
mui carregado dos sonhos,
que habitam o meu peito
e que irão morar comigo
no meu novo paradeiro.
refrão 3x
está findando meu tempo,
a tarde encerra mais cedo,
meu mundo ficou pequeno
e eu sou menor do que penso.
o bagual tá mais ligeiro,
o braço fraqueja as vezes
demoro mais do que quero
mas alço a perna sem medo.
encilho o cavalo manso,
mas boto o laço nos tentos,
se força falta no braço,
na coragem me sustento.
refrão:
(se lembra o tempo de quebra
a vida volta prá traz
sou bagual que não se entrega,
assim no mais.)
nas manhãs de primavera
quando vou para rodeio,
sou menino de alma leve
voando sobre o pelego.
cavalo do meu potreiro
mete a cabeça no freio.
encilho no parapeito,
mas não ato nem maneio.
se desencilha o pelego
cai o banco onde me sento,
Água quente de erva buena,
para matear em silêncio.
refrão
neste fogo onde me aquento,
remôo as coisas que penso,
repasso o que tenho feito,
para ver o que mereço.
quando chegar meu inverno,
que me vem branqueando o cerro,
vai me encontrar venta-aberta
de coração estreleiro.
mui carregado dos sonhos,
que habitam o meu peito
e que irão morar comigo
no meu novo paradeiro.
refrão 3x