Letra de Canto Alegretense - Marcello Caminha
Disco A
01
Batendo Água
02
Sétima Do Pontal
03
Baile De Candeeiro
04
Em Cima Do Laço
05
Alguém Distante
06
Lá Na Fronteira
07
Vento Negro
08
Canto Alegretense
09
Céu, Sol, Sul, Terra E Cor
10
Esquilador
11
Veterano
12
Milonga Abaixo De Mau Tempo
13
Quando O Verso Vem Pras Casas
14
Cabanha Touro Passo
15
Assim No Más
16
Milonga Em Preto E Branco
17
Estrada Do Sonho
18
Taquito Militar
19
La Cumparsita
20
Hino Rio-Grandense
Canto Alegretense
Nico fagundes e bagre fagundes
não me perguntes onde fica o alegrete
segue o rumo do teu próprio coração
cruzarás pela estrada algum ginete
e ouvirás toque de gaita e violão
prá quem chega de rosário ao fim da tarde
ou quem vem de uruguaiana de manhã
tem o sol como uma brasa que ainda arde
mergulhado no rio ibirapuitã
ouve o canto gauchesco e brasileiro
desta terra que eu amei desde guri
flor de tuna, camoatim de mel campeiro
pedra moura das quebradas do inhanduy
e na hora derradeira que eu mereça
ver o sol alegretense entardecer
como os potros vou virar minha cabeça
para os pagos no momento de morrer
e nos olhos vou levar o encantamento
desta terra que eu amei com devoção
cada verso que eu componho é um pagamento
de uma dívida de amor e gratidão
não me perguntes onde fica o alegrete
segue o rumo do teu próprio coração
cruzarás pela estrada algum ginete
e ouvirás toque de gaita e violão
prá quem chega de rosário ao fim da tarde
ou quem vem de uruguaiana de manhã
tem o sol como uma brasa que ainda arde
mergulhado no rio ibirapuitã
ouve o canto gauchesco e brasileiro
desta terra que eu amei desde guri
flor de tuna, camoatim de mel campeiro
pedra moura das quebradas do inhanduy
e na hora derradeira que eu mereça
ver o sol alegretense entardecer
como os potros vou virar minha cabeça
para os pagos no momento de morrer
e nos olhos vou levar o encantamento
desta terra que eu amei com devoção
cada verso que eu componho é um pagamento
de uma dívida de amor e gratidão