Letra de Relembrando A Infância - Valdomiro Mello
Disco A
01
Repente Do Mensalão
02
Eu Também Sou Missioneiro
03
Assim Que Vivo
04
Amar Não é Crime
05
Velho Casarão
06
Homenagem Ao Mato Grosso
07
Gaúcho Vaqueano
08
Valsa Das Flores
09
Tropeiro Gaúcho
10
Surungo No Rincão Dos Pintos
11
Homenagem Aos Motoristas
12
Flor Gaúcha
13
Obrigado Senhor
14
Relembrando A Infância
15
Cuidado Com O Apito
Relembrando A Infância
(Valdomiro Mello)
relembrando toda a minha infância
os bons tempos que não voltam mais
porque a vida deixou a distância
o passado tão longe pra trás
ainda sinto saudades da estância
que eu morava com meus velhos pais
brincadeiras que eu fiz em criança
juntamente com os colegiais
a igrejinha na beira da estrada
a escolinha que eu estudei
a casinha da ex-namorada
a primeira menina que amei
a paineira velha derrubada
que, em criança, eu muito brinquei
são recuerdos da vida passada
ao escrever a letra, pensando, eu chorei
ao lembrar, a tristeza me invade
dos bons tempos, cheios de esperança
eu gostava, uma barbaridade
de, domingo, cantar em festança
eu cantava com felicidade
ainda resta uma doce lembrança
de curtir as horas de saudade
revivendo os tempos de criança
numa arte sempre fui danado
dos arteiros eu era o da frente
se meu pai me passava o trançado
eu chorava com o sangue quente
depois via que eu estava errado
eu voltava a sorrir de contente
foi pra me preparar, o passado
para hoje enfrentar o presente
relembrando toda a minha infância
os bons tempos que não voltam mais
porque a vida deixou a distância
o passado tão longe pra trás
ainda sinto saudades da estância
que eu morava com meus velhos pais
brincadeiras que eu fiz em criança
juntamente com os colegiais
a igrejinha na beira da estrada
a escolinha que eu estudei
a casinha da ex-namorada
a primeira menina que amei
a paineira velha derrubada
que, em criança, eu muito brinquei
são recuerdos da vida passada
ao escrever a letra, pensando, eu chorei
ao lembrar, a tristeza me invade
dos bons tempos, cheios de esperança
eu gostava, uma barbaridade
de, domingo, cantar em festança
eu cantava com felicidade
ainda resta uma doce lembrança
de curtir as horas de saudade
revivendo os tempos de criança
numa arte sempre fui danado
dos arteiros eu era o da frente
se meu pai me passava o trançado
eu chorava com o sangue quente
depois via que eu estava errado
eu voltava a sorrir de contente
foi pra me preparar, o passado
para hoje enfrentar o presente