Letra de Tropeiro Gaúcho - Valdomiro Mello
Disco A
01
Repente Do Mensalão
02
Eu Também Sou Missioneiro
03
Assim Que Vivo
04
Amar Não é Crime
05
Velho Casarão
06
Homenagem Ao Mato Grosso
07
Gaúcho Vaqueano
08
Valsa Das Flores
09
Tropeiro Gaúcho
10
Surungo No Rincão Dos Pintos
11
Homenagem Aos Motoristas
12
Flor Gaúcha
13
Obrigado Senhor
14
Relembrando A Infância
15
Cuidado Com O Apito
Tropeiro Gaúcho
(Darcy Silva/Valdomiro Mello)
quanta saudade sinto dentro do meu peito
que os longos anos acumulam, sem piedade
a flor dos anos branqueando os meus cabelos
deixando longe, muito longe a mocidade
querido pai, velho tropeiro dos pampas
que me ensinou a seguir seus ideais
eu continuo nesta vida, tropeando
desde quando deste adeus pra nunca mais
eira, boi, eira, boiada
meu canto é um eco, ressoando pela estrada
eu prometi continuar a tua lida
infelizmente, aqueles tempos mudaram
nossa carreta o motor parou no tempo
as tropeadas, assim, também se acabaram
sei que tua alma vai chorar junto com a minha
ouvindo a história destes versos que eu conto
nosso cavalo virou num carro moderno
e a boiada, estes versos que eu reponto
eira, boi, eira, boiada
meu canto é um eco, ressoando pela estrada
nossa fazenda hoje é uma gravadora
nosso galpão é um estúdio bem montado
aonde eu choro cada vez que eu gravo um verso
pressinto sempre ouvir o berro do gado
esta letra eu escrevi quase chorando
pra quando alguém escutar numa toada
os lamentos do tropeiro que hoje existe
cantando, triste, sem cavalo e sem boiada
eira, boi, eira, boiada
meu canto é um eco, ressoando pela estrada
quanta saudade sinto dentro do meu peito
que os longos anos acumulam, sem piedade
a flor dos anos branqueando os meus cabelos
deixando longe, muito longe a mocidade
querido pai, velho tropeiro dos pampas
que me ensinou a seguir seus ideais
eu continuo nesta vida, tropeando
desde quando deste adeus pra nunca mais
eira, boi, eira, boiada
meu canto é um eco, ressoando pela estrada
eu prometi continuar a tua lida
infelizmente, aqueles tempos mudaram
nossa carreta o motor parou no tempo
as tropeadas, assim, também se acabaram
sei que tua alma vai chorar junto com a minha
ouvindo a história destes versos que eu conto
nosso cavalo virou num carro moderno
e a boiada, estes versos que eu reponto
eira, boi, eira, boiada
meu canto é um eco, ressoando pela estrada
nossa fazenda hoje é uma gravadora
nosso galpão é um estúdio bem montado
aonde eu choro cada vez que eu gravo um verso
pressinto sempre ouvir o berro do gado
esta letra eu escrevi quase chorando
pra quando alguém escutar numa toada
os lamentos do tropeiro que hoje existe
cantando, triste, sem cavalo e sem boiada
eira, boi, eira, boiada
meu canto é um eco, ressoando pela estrada