Letra de Pra Quem Deixa a Querência - Cristiano Quevedo/Gustavo Teixeira - João Fontoura
Disco A
01
Motivos de Campo - José Cláudio Machado
02
A Última Flor do Rancho - Cristiano Quevedo
03
Família Rural - Fabiano Bacchieri/Jari Terres/Cristiano Quevedo
04
De Cacho Atado - Jari Terres
05
No Interior do Meu Canto - Robledo Martins
06
Cavacos do Ofício - Luiz Marenco
07
Rio Grande Antigo - Roberto Luçardo
08
Pra Quem Deixa a Querência - Cristiano Quevedo/Gustavo Teixeira
09
Caminhantes - Robledo Martins/Ênio Capincho
10
Entre a Chuva e a Distância - Joca Martins
11
Esparramando o Chergão - César Oliveira
12
Natal Nativo - Luis Marenco/Joca Martins/Jari Terres/Roberto Luçardo
13
Urucubaca - João Fontoura
Pra Quem Deixa a Querência - Cristiano Quevedo/Gustavo Teixeira
Todo o homem que deixa a querência
leva na essência o calor do seu ninho,
é ave que parte em busca de um sonho
e desbrava seu mundo abrindo caminhos.
talvez não sejam iguais esses que se vão,
pois uns levam prazer outros revolta,
feliz é aquele que ganha infinito
e a luz do ranchito é o caminho de volta.
mas um dia uma dor nos chega indiferente,
e somente quem sentiu ou ainda sente
tem o gosto amargo da estranha dor
é ave sem asa e vive sem casa
quem perde um amor.
e por ser andarilho prossigo no trilho
refazendo planos marcando meu rastro,
quem sabe se a linda um dia
me queira vou varar a porteira
e morrer nos seus braços,
tudo que quero no pouco que peço
pela boca dos versos de um simples poema
é um rancho plantado bem na cochilha
e ter os meus filhos com aquela morena.
{repete}
mas um dia uma dor nos chega indiferente
e somente quem sentiu ou ainda sente
tem um gosto amargo da estranha dor
é ave sem asa e vive sem casa quem perde um amor.
leva na essência o calor do seu ninho,
é ave que parte em busca de um sonho
e desbrava seu mundo abrindo caminhos.
talvez não sejam iguais esses que se vão,
pois uns levam prazer outros revolta,
feliz é aquele que ganha infinito
e a luz do ranchito é o caminho de volta.
mas um dia uma dor nos chega indiferente,
e somente quem sentiu ou ainda sente
tem o gosto amargo da estranha dor
é ave sem asa e vive sem casa
quem perde um amor.
e por ser andarilho prossigo no trilho
refazendo planos marcando meu rastro,
quem sabe se a linda um dia
me queira vou varar a porteira
e morrer nos seus braços,
tudo que quero no pouco que peço
pela boca dos versos de um simples poema
é um rancho plantado bem na cochilha
e ter os meus filhos com aquela morena.
{repete}
mas um dia uma dor nos chega indiferente
e somente quem sentiu ou ainda sente
tem um gosto amargo da estranha dor
é ave sem asa e vive sem casa quem perde um amor.