Letra de A Última Flor do Rancho - Cristiano Quevedo - João Fontoura
Disco A
01
Motivos de Campo - José Cláudio Machado
02
A Última Flor do Rancho - Cristiano Quevedo
03
Família Rural - Fabiano Bacchieri/Jari Terres/Cristiano Quevedo
04
De Cacho Atado - Jari Terres
05
No Interior do Meu Canto - Robledo Martins
06
Cavacos do Ofício - Luiz Marenco
07
Rio Grande Antigo - Roberto Luçardo
08
Pra Quem Deixa a Querência - Cristiano Quevedo/Gustavo Teixeira
09
Caminhantes - Robledo Martins/Ênio Capincho
10
Entre a Chuva e a Distância - Joca Martins
11
Esparramando o Chergão - César Oliveira
12
Natal Nativo - Luis Marenco/Joca Martins/Jari Terres/Roberto Luçardo
13
Urucubaca - João Fontoura
A Última Flor do Rancho - Cristiano Quevedo
Plantei um rancho bem no topo da coxilha
enchi de flores pra receber a xirua
colchas bordadas com etalhos de esperança
janela aberta pra o namoro a luz da lua
mas o destino que é mal e traiçoeiro
levou a linda para nunca mais voltar
neste triste funeral o rancho virou tapera
velado pelos grilos e o canto de um sabiá
canta, canta, passarinho
manda esta saudade embora
meu coração tá sangrando
de tristeza agora chora
{repete}
todos os dias ao voltar das campereadas
quando o sol queimava a quincha do oitão
com mate novo me esperava na porteira
a flor trigueira dona do meu coração
sorvo ternura no vazio deste abandono
das primaveras pelechado em teu afago
jujo esperanças com ansejos de saudade
na realidade destes mates mais amargos
canta, canta, passarinho
manda esta saudade embora
meu coração tá sangrando
de tristeza agora chora
{repete}
enchi de flores pra receber a xirua
colchas bordadas com etalhos de esperança
janela aberta pra o namoro a luz da lua
mas o destino que é mal e traiçoeiro
levou a linda para nunca mais voltar
neste triste funeral o rancho virou tapera
velado pelos grilos e o canto de um sabiá
canta, canta, passarinho
manda esta saudade embora
meu coração tá sangrando
de tristeza agora chora
{repete}
todos os dias ao voltar das campereadas
quando o sol queimava a quincha do oitão
com mate novo me esperava na porteira
a flor trigueira dona do meu coração
sorvo ternura no vazio deste abandono
das primaveras pelechado em teu afago
jujo esperanças com ansejos de saudade
na realidade destes mates mais amargos
canta, canta, passarinho
manda esta saudade embora
meu coração tá sangrando
de tristeza agora chora
{repete}