Letra de Sonorizando Invernada - Os Tiranos
Disco A
01
Meu Chão Gaúcho
02
Meu Mundo, Gaita e Cavalo
03
Por Causa das Pilchas
04
Hoje Eu Vim Pro Amor
05
Do Meu Jeitão Bem Largado
06
Bem Loco Pra Farrear
07
Estou Com Saudades
08
De Valor
09
Sonorizando Invernada
10
Não Mereço Tanto
11
Tipo Bicho
12
Serenata
13
Nas Paisagens de São Chico
14
Paixão Ingrata
15
Bufo de Gaita
16
Nosso Amor
Sonorizando Invernada
(Ivacir Soares/Angelo Marques/Ricardo Marques)
Do horizonte esverdeado
Que cheira a pasto e capim
Brotou minha alma pampa
Que agora habita em mim
Sofrenando as rédeas do freio
Meu flete, alerta, tranqueia
O mundo além da porteira
Ele próprio refuga e boleia
De manhã, puxando as garras
Meu cusco, alerta, acompanha
Pois sabe que quando encilho
Tem lida aqui na campanha
Se agora o galpão tá vazio
É sinal que tem campereada
E o dueto de laço e espora
Vai sonorizando invernada
Bem ali no tarumã
Apeio e arrumo os arreio'
A charla é sobre o campo
Castração, tropa e rodeio
Somos gaúchos de hoje
Cepa pura dos ancestrais
Igual chuva no mato
Regando os mananciais
Quando o sol já adentra
Emponchando toda a coxilha
Silhuetas dos de a cavalo
Vem pisoteando maçanilha
Um olhar esbarrando abas
Despede o campo e a mangueira
No aconchego do galpão
Assopra a brasa fogoneira
Esse é meu pago querido
No dia a dia que se vai
Tiro do campo o sustento
Como fez o meu velho pai
Pátria velha colorada
Encarnada em meu ser
Ai de mim se não houver campo
Lá no céu quando eu morrer
Bem ali no tarumã...
Do horizonte esverdeado
Que cheira a pasto e capim
Brotou minha alma pampa
Que agora habita em mim
Sofrenando as rédeas do freio
Meu flete, alerta, tranqueia
O mundo além da porteira
Ele próprio refuga e boleia
De manhã, puxando as garras
Meu cusco, alerta, acompanha
Pois sabe que quando encilho
Tem lida aqui na campanha
Se agora o galpão tá vazio
É sinal que tem campereada
E o dueto de laço e espora
Vai sonorizando invernada
Bem ali no tarumã
Apeio e arrumo os arreio'
A charla é sobre o campo
Castração, tropa e rodeio
Somos gaúchos de hoje
Cepa pura dos ancestrais
Igual chuva no mato
Regando os mananciais
Quando o sol já adentra
Emponchando toda a coxilha
Silhuetas dos de a cavalo
Vem pisoteando maçanilha
Um olhar esbarrando abas
Despede o campo e a mangueira
No aconchego do galpão
Assopra a brasa fogoneira
Esse é meu pago querido
No dia a dia que se vai
Tiro do campo o sustento
Como fez o meu velho pai
Pátria velha colorada
Encarnada em meu ser
Ai de mim se não houver campo
Lá no céu quando eu morrer
Bem ali no tarumã...