Letra de Quando Canta Um Missioneiro - Baitaca
Disco A
01
Do Fundo da Grota
02
Castração a Pialo
03
A Cavalo na Verdade
04
O Novo Encontro Com o Tico
05
Distorcendo O Bagualismo
06
Meu Rio Grande é Deste Jeito
07
Estampa de Galpão
08
Da Doma Pro Rodeio
09
Domador Ventena
10
Fogo, Galpão e Cordeona
11
Frutas da Mata
12
Missioneiro Extraviado
13
Quando Canta Um Missioneiro
14
História do Tico Louco
15
Recanto Hospitaleiro
Quando Canta Um Missioneiro
Quando canta um missioneiro
Até um chão molhado se racha
O magrinho usa bombacha
Abandona o brinco e o terno
O pau podre vira cerno
Cidade vira biboca
Lagarto se desentoca
No forte frio do inverno.
Bagual arrebenta a estaca
E se larga pro corredor
Até o céu muda de cor
Se está nublado, clareia
Touro troncho cria orelha
No verão cai geada fria
Tristeza vira alegria
E campo molhado incendeia.
Touro troncho cria orelha
No verão cai geada fria
Tristeza vira alegria
E campo molhado incendeia.
Quando canta um missioneiro
Até um chão molhado se racha
O magrinho usa bombacha
Abandona o brinco e o terno
O pau podre vira cerno
Cidade vira biboca
Lagarto se desentoca
No forte frio do inverno.
O pau podre vira cerno
Cidade vira biboca
Lagarto se desentoca
No forte frio do inverno.
O bagunceiro se acalma
E já sai arrastando a espora
O doente sara na hora
E os véios viram guri
Surgi tropas guarani
E treme as ruínas jesuítas
Índio sepe ressucita
E vem pra frente me aplaudir.
Surgi tropas guarani
E treme as ruínas jesuítas
Índio sepe ressucita
E vem pra frente me aplaudir.
Até um chão molhado se racha
O magrinho usa bombacha
Abandona o brinco e o terno
O pau podre vira cerno
Cidade vira biboca
Lagarto se desentoca
No forte frio do inverno.
Bagual arrebenta a estaca
E se larga pro corredor
Até o céu muda de cor
Se está nublado, clareia
Touro troncho cria orelha
No verão cai geada fria
Tristeza vira alegria
E campo molhado incendeia.
Touro troncho cria orelha
No verão cai geada fria
Tristeza vira alegria
E campo molhado incendeia.
Quando canta um missioneiro
Até um chão molhado se racha
O magrinho usa bombacha
Abandona o brinco e o terno
O pau podre vira cerno
Cidade vira biboca
Lagarto se desentoca
No forte frio do inverno.
O pau podre vira cerno
Cidade vira biboca
Lagarto se desentoca
No forte frio do inverno.
O bagunceiro se acalma
E já sai arrastando a espora
O doente sara na hora
E os véios viram guri
Surgi tropas guarani
E treme as ruínas jesuítas
Índio sepe ressucita
E vem pra frente me aplaudir.
Surgi tropas guarani
E treme as ruínas jesuítas
Índio sepe ressucita
E vem pra frente me aplaudir.