Letra de Temperado a Fogo - Xiru Missioneiro
Disco A
01
Fazendo Barulho
02
Muito Pique, Muita Garra
03
Surungo De Carnaval
04
Queimando Sabugo
05
Xote Beiçudo
06
Bamo Batê Coxa
07
Bailanta Campeira
08
Temperado a Fogo
09
Quando Se Ama
10
Domador do Rio Grande
11
Quinto dos Infernos
12
Meu Rolador
13
Do Mundo Campeiro
14
Ui! Ui! Que Medo
15
João de Deus
Temperado a Fogo
Xirú Missioneiro
Um coração temperado a fogo com labaredas da alma
Aqueço o peito com calma e agiganto a fantasia
Transformo o mundo em poesia estufado de emoção
E no mais a inspiração vem entrenhada na mente
Que brota que nem vertente no manancial do meu chão
Um cantador que traz na estampa semblantes de campo e mato
E por ser gaúcho de fato, das lidas conhecedor
No lombo dos corredor eu tô branqueando as melenas
E venho cantando cenas de existências passageira
Golpeando as duas ilheiras desta cordeona pavena
(Alguns me chamam de poeta outros me chamam de táita
Num xucro golpe de gaita com a guitarra num reponte
Eu deixo que os outros contem tuturo bamba de fole
O sem dente não me engole sou duro pra mastigar
Faço gengiva sangrar nos queixo dum boca mole)
E cantando os velhos tempos emponchado de bravura
Sem esmagar a cultura que a nossa história reserva
Que o pago xucro conserva na poupa do dia a dia
Amanunciando a euforia que berra dentro de mim
Me obriga a cantar assim emponchado de galhardia
Um coração temperado a fogo com labaredas na alma
por nelson de campos
Um coração temperado a fogo com labaredas da alma
Aqueço o peito com calma e agiganto a fantasia
Transformo o mundo em poesia estufado de emoção
E no mais a inspiração vem entrenhada na mente
Que brota que nem vertente no manancial do meu chão
Um cantador que traz na estampa semblantes de campo e mato
E por ser gaúcho de fato, das lidas conhecedor
No lombo dos corredor eu tô branqueando as melenas
E venho cantando cenas de existências passageira
Golpeando as duas ilheiras desta cordeona pavena
(Alguns me chamam de poeta outros me chamam de táita
Num xucro golpe de gaita com a guitarra num reponte
Eu deixo que os outros contem tuturo bamba de fole
O sem dente não me engole sou duro pra mastigar
Faço gengiva sangrar nos queixo dum boca mole)
E cantando os velhos tempos emponchado de bravura
Sem esmagar a cultura que a nossa história reserva
Que o pago xucro conserva na poupa do dia a dia
Amanunciando a euforia que berra dentro de mim
Me obriga a cantar assim emponchado de galhardia
Um coração temperado a fogo com labaredas na alma
por nelson de campos