Letra de Fazendo Barulho - Xiru Missioneiro
Disco A
01
Fazendo Barulho
02
Muito Pique, Muita Garra
03
Surungo De Carnaval
04
Queimando Sabugo
05
Xote Beiçudo
06
Bamo Batê Coxa
07
Bailanta Campeira
08
Temperado a Fogo
09
Quando Se Ama
10
Domador do Rio Grande
11
Quinto dos Infernos
12
Meu Rolador
13
Do Mundo Campeiro
14
Ui! Ui! Que Medo
15
João de Deus
Fazendo Barulho
Xirú Missioneiro
Se essa vaneira for minha parceira
Pra cantar ligeira ou de vagarito
Um tranco bonito com a companheira
De duas ilheiras pra bailar o tranquito
Aqui todos sabem que eu sou fandangueiro
Xirú Missioneiro, gaúcho e bagual
Sou do manancial da estirpe campeira
Terra brasileira do velho Cabral (2x)
Quando o tempo é quente tomo um aporreado
Depois de sovado arrucino de freio
Mas se o tempo é frio pego na cordeona
E trago as querendona pra o meu pastoreio
O touro que berra assumiu o rodeio
Meu vício é o posteio dando pau em manada
Aponta a madrugada eu calço a chilena
Numa cantilena me vou pra invernada
Meu buçal é forte que o potro é valente
Tem medo de gente refuga maneia
Da vaca tambeira eu puxo no teto
E cravo o espeto na carne de oveia (2x)
Quando o tempo é quente tomo um aporreado
Depois de sovado arrucino de freio
Mas se o tempo é frio pego na cordeona
E trago as querendona pra o meu pastoreio (2x)
(Hola, meu amigo Adair Gasparetto, aí em Erexim,
vai preparando o costilhar de ovelha,
qualquer hora eu tô por aí)
por nelson de campos
Se essa vaneira for minha parceira
Pra cantar ligeira ou de vagarito
Um tranco bonito com a companheira
De duas ilheiras pra bailar o tranquito
Aqui todos sabem que eu sou fandangueiro
Xirú Missioneiro, gaúcho e bagual
Sou do manancial da estirpe campeira
Terra brasileira do velho Cabral (2x)
Quando o tempo é quente tomo um aporreado
Depois de sovado arrucino de freio
Mas se o tempo é frio pego na cordeona
E trago as querendona pra o meu pastoreio
O touro que berra assumiu o rodeio
Meu vício é o posteio dando pau em manada
Aponta a madrugada eu calço a chilena
Numa cantilena me vou pra invernada
Meu buçal é forte que o potro é valente
Tem medo de gente refuga maneia
Da vaca tambeira eu puxo no teto
E cravo o espeto na carne de oveia (2x)
Quando o tempo é quente tomo um aporreado
Depois de sovado arrucino de freio
Mas se o tempo é frio pego na cordeona
E trago as querendona pra o meu pastoreio (2x)
(Hola, meu amigo Adair Gasparetto, aí em Erexim,
vai preparando o costilhar de ovelha,
qualquer hora eu tô por aí)
por nelson de campos