Letra de Brasão de Sangue - Os Serranos
Disco A
01
Pinga na Goela
02
Moda de Arrepiar
03
Limpa Banco na Restinga
04
Fazer Amor
05
Marca Serrana
06
Brasão de Sangue
07
Vanera, Vanera
08
Casamento de Sítio
09
Romance do Vida Longa
10
Tributo ao Chimarrão
11
Festa do Morro Feio
12
Cara Metade
13
Suspiro de Cordeona
14
Dor de uma Saudade
15
O Narrador do Rio Grande
Brasão de Sangue
Todas as auroras que nascem em meu rosto
Trouxeram mates empurrando os horizontes
E os galpões plantados dentro da minh'alma
Fizeram vozes vir na frente destas fontes.
Se vieram os dias nos cascos de mil cavalos
Restos de lua linda beijam o lombilho
De quem carrega no olhar o campo verde
E traz consigo a coragem de cada filho
(Sim, quantos tauras defenderam as tradições
Com as razões vindas nas rugas dos avós
O sangue guapo dos gaúchos é um brasão
Que se forjou no seio de todos nós)
Ei, você que hoje é o novo então presente
Cuide do ontem, dê valor que é merecido
Pois amanhã, aí, você será o passado
E agradeça, caso não seja esquecido
Alô patrão, que foi eleito na entidade
Mostre a verdade retratada com civismo
Leve as crianças pra dentro do ctg
Fazendo ver que a tradição não é modismo
Trouxeram mates empurrando os horizontes
E os galpões plantados dentro da minh'alma
Fizeram vozes vir na frente destas fontes.
Se vieram os dias nos cascos de mil cavalos
Restos de lua linda beijam o lombilho
De quem carrega no olhar o campo verde
E traz consigo a coragem de cada filho
(Sim, quantos tauras defenderam as tradições
Com as razões vindas nas rugas dos avós
O sangue guapo dos gaúchos é um brasão
Que se forjou no seio de todos nós)
Ei, você que hoje é o novo então presente
Cuide do ontem, dê valor que é merecido
Pois amanhã, aí, você será o passado
E agradeça, caso não seja esquecido
Alô patrão, que foi eleito na entidade
Mostre a verdade retratada com civismo
Leve as crianças pra dentro do ctg
Fazendo ver que a tradição não é modismo