Letra de Brasil Afora - Grupo Cordiona
Disco A
01
Pêlo-duro e Bombachudo
02
Esta Saudade Campeira
03
Minha Fazenda
04
Mané Romão
05
Hoje é Segunda-feira
06
A Flor do Campo
07
Um Gaúcho Na Mangueira
08
Encanto do Meu Viver
09
O Remédio é Dançar
10
Gaúcho, Campeiro e Taura
11
Não Mete o Bico
12
Cantador de Cafundó
13
Saudade de um Peão Solito
14
Pescaria
15
Seu Elpídeo e o Cusco Javali
16
Brasil Afora
17
Saudade Antiga
Brasil Afora
Fecho a porta e dou partida neste caminhão zerado
Bem cedinho pego a estrada, rumando pra outro estado
Vai a carga acomodada, coberta como encerado
No trecho abro a buzina para os colegas saudar
O frentista e o borracheiro são irmãos a me ajudar
E a moça do pedágio sorri ao me avistar
Vamo, vamo, não posso perder a hora
Vai que vai, rodando o Brasil afora
Vou do Rio Grande a Rondônia e a Vitória da Conquista
Mato Grosso ao litoral até o porto santista
Sigo firme no volante, sem nunca sair da pista
Com sol, chuva ou cerração, subo serras e coxilhas
De Curitiba a Recife, de Fortaleza a Marília
Livramento a Porto União, São Paulo, Rio e Brasília
Começa a viagem de volta e o rádio amador que chama
Vou ter que mudar a rota, caiu barreira com lama
E só vou chegar em casa no outro fim de semana
Para matar a saudade da caçula e dos piás
Da eterna companheira que conheci em Goiás
Na festa de São Cristóvão, há vinte anos atrás
Bem cedinho pego a estrada, rumando pra outro estado
Vai a carga acomodada, coberta como encerado
No trecho abro a buzina para os colegas saudar
O frentista e o borracheiro são irmãos a me ajudar
E a moça do pedágio sorri ao me avistar
Vamo, vamo, não posso perder a hora
Vai que vai, rodando o Brasil afora
Vou do Rio Grande a Rondônia e a Vitória da Conquista
Mato Grosso ao litoral até o porto santista
Sigo firme no volante, sem nunca sair da pista
Com sol, chuva ou cerração, subo serras e coxilhas
De Curitiba a Recife, de Fortaleza a Marília
Livramento a Porto União, São Paulo, Rio e Brasília
Começa a viagem de volta e o rádio amador que chama
Vou ter que mudar a rota, caiu barreira com lama
E só vou chegar em casa no outro fim de semana
Para matar a saudade da caçula e dos piás
Da eterna companheira que conheci em Goiás
Na festa de São Cristóvão, há vinte anos atrás