Letra de Chimarreando - Grupo Manotaço
Disco A
01
Vaneira Campeira
02
Medley (Estilo de Domingo/Coisas de Campeiro/China Maleva)
03
Meu Bairrismo
04
Chimarreando
05
Empurrando Gaita
06
Baio Crina de Seda
07
Medley (Trancão de Vaneira/Xucro de Berço/Gaiteiro Bom de Tutano)
08
Mais Um "loco" Da Fronteira
09
Batendo Chicaca
10
Rigores do Tempo
11
Aparte de Rodeio
12
Rio Grande, Cordeona, Gaiteiro e Bugio
13
Gritos Que Se Perderam
14
Camponesa
15
Campeiro e Cantador
16
Sem Guarida
17
Medley (foi Deus Que Me Fez Campeiro/xucro E Campeiro)
18
Loura Casada
Chimarreando
(Dilamar Portes/Ervan Silveira Fio/Gracio Pessoa)
Quando acaricio este frasco moreno
Olhando o sereno no campo a brilhar
Este gosto amargo de essência de erva
É o que conserva o dom de chimarrear
Primeiro é secada, depois é socada
Além de cancheada pelas mesmas mãos
E, de manhã cedo, sabe´ o segredo
De cevar a dedo um bom chimarrão
Sei que em cada mate o tempo nos leva
Desmorona a erva e a água esfria
Então bato as brasas, reacendo o fogo
Faço um mate novo pro meu dia-a-dia
Quando me adelongo alisando o porongo
Vou de gole em gole até a bomba roncar
No calor do fogo, no chio da cambona
Manhã chimarreona, fico a contemplar
Pois essa herança vem desde criança
Motivos que tenho para levantar
Meus cabelos brancos de tempo e fumaça
Símbolo da raça, nunca vou negar
Sei que em cada mate o tempo nos leva...
Um dia, mateando com a minha prenda
Lhe falei, contigo quero sempre estar
Na minha outra vida, depois da passagem
Pra sempre tua imagem eu quero levar
Me disse a parceira, se fores primeiro
Pra o chão derradeiro, se deus te chamar
Põe erva na cuia, vá aquecendo a água
Vá cevando um mate para me esperar
Sei que em cada mate o tempo nos leva...
Quando acaricio este frasco moreno
Olhando o sereno no campo a brilhar
Este gosto amargo de essência de erva
É o que conserva o dom de chimarrear
Primeiro é secada, depois é socada
Além de cancheada pelas mesmas mãos
E, de manhã cedo, sabe´ o segredo
De cevar a dedo um bom chimarrão
Sei que em cada mate o tempo nos leva
Desmorona a erva e a água esfria
Então bato as brasas, reacendo o fogo
Faço um mate novo pro meu dia-a-dia
Quando me adelongo alisando o porongo
Vou de gole em gole até a bomba roncar
No calor do fogo, no chio da cambona
Manhã chimarreona, fico a contemplar
Pois essa herança vem desde criança
Motivos que tenho para levantar
Meus cabelos brancos de tempo e fumaça
Símbolo da raça, nunca vou negar
Sei que em cada mate o tempo nos leva...
Um dia, mateando com a minha prenda
Lhe falei, contigo quero sempre estar
Na minha outra vida, depois da passagem
Pra sempre tua imagem eu quero levar
Me disse a parceira, se fores primeiro
Pra o chão derradeiro, se deus te chamar
Põe erva na cuia, vá aquecendo a água
Vá cevando um mate para me esperar
Sei que em cada mate o tempo nos leva...