Letra de Pago Dileto - Os Monarcas
Disco A
01
Beliscando o Coração
02
Rio Grande Tchê
03
De Bota Nova
04
Batendo Água
05
Destino nas Esporas
06
Rodeio da Vida
07
De Chão Batido
08
Santuário de Xucros
09
Medley Lentas - Prece Telúrica - Aguentando As Pontas - Canção Para Um Peão Solito
10
Medley Vaneras: - O Que Que Há - Dia De Festança - Baile De Loco
11
Pago Dileto
12
Marco da Tradição
13
Dona dos Meus Sonhos
14
A Saudade Pega
15
A Gaita Gaúcha Dos Monarcas Músicas Incidentais: - Tirando O Meu Chapéu Pra Deus - Bateu Saudade
16
Por Isso Que Eu Vou Lá
17
Cantar é Coisa De Deus
Pago Dileto
Eu parto por longos caminhos meu pai minha mãe atenção
Entendam a estes pedidos do filho do teu coração
Não vendam os bois da carreta criados com estimação
Não peguem as coisas que eu deixo guardadas no velho galpão
Não mexam na fonte da serra tem muitos bichinhos por lá
A toca do murro de pedra lembranças dos tempos de piá
Não serrem os pés de pinheiros moradas de muitos irapuás
Não cortem as lindas palmeiras lugar do cantor sabiá
Não tirem o verde dos campos belezas que a muitos consola
Não colham as flores das matas das quais o perfume se enrola
Não deixem armar arapucas as aves não querem gaiolas
Seu canto nos traz melodias que rimam ao som da viola
Daqui alguns tempos deus queira que eu volte sem mágoas ilhais
Que eu possa abraçar novamente os velhos queridos meus pais
Que eu sinta meu pago dileto feliz a cantar madrigais
Que eu veja meu mundo de outrora com todas as coisas iguais
Entendam a estes pedidos do filho do teu coração
Não vendam os bois da carreta criados com estimação
Não peguem as coisas que eu deixo guardadas no velho galpão
Não mexam na fonte da serra tem muitos bichinhos por lá
A toca do murro de pedra lembranças dos tempos de piá
Não serrem os pés de pinheiros moradas de muitos irapuás
Não cortem as lindas palmeiras lugar do cantor sabiá
Não tirem o verde dos campos belezas que a muitos consola
Não colham as flores das matas das quais o perfume se enrola
Não deixem armar arapucas as aves não querem gaiolas
Seu canto nos traz melodias que rimam ao som da viola
Daqui alguns tempos deus queira que eu volte sem mágoas ilhais
Que eu possa abraçar novamente os velhos queridos meus pais
Que eu sinta meu pago dileto feliz a cantar madrigais
Que eu veja meu mundo de outrora com todas as coisas iguais