Letra de Destino nas Esporas - Os Monarcas
Disco A
01
Beliscando o Coração
02
Rio Grande Tchê
03
De Bota Nova
04
Batendo Água
05
Destino nas Esporas
06
Rodeio da Vida
07
De Chão Batido
08
Santuário de Xucros
09
Medley Lentas - Prece Telúrica - Aguentando As Pontas - Canção Para Um Peão Solito
10
Medley Vaneras: - O Que Que Há - Dia De Festança - Baile De Loco
11
Pago Dileto
12
Marco da Tradição
13
Dona dos Meus Sonhos
14
A Saudade Pega
15
A Gaita Gaúcha Dos Monarcas Músicas Incidentais: - Tirando O Meu Chapéu Pra Deus - Bateu Saudade
16
Por Isso Que Eu Vou Lá
17
Cantar é Coisa De Deus
Destino nas Esporas
Aos trancos e barrancos vou trotando mundo a fora
Levando a vida por diante e o destino nas esporas
Me chego ao cair na noite e me vou na luz da aurora
Rebenqueando a solidão sei a onde a tristeza mora.
Procuro meu rumo certo, mas não consigo encontrá-lo
O tempo velho me cobra e a sorte me dá pealo
Por isso meu mundo gira nas patas do meu cavalo
Então com a gaita me adoça levo a vida nesse embalo.
Upa-upa meu cavalo, o caminho a gente faz
Quem não tem pra quem voltar só deixa poeira pra traz
Nesse mundo sem fim vou pra onde o vento vai
O sol quente não me abate e a geada não distrai;
Lá por vez eu tomo nus tragos em memória de meu pai
Fico igual bambu do campo cambaleia, mas não cai.
Não tenho patrão nem dona sou senhor de mim mesmo
Nasci feio e magricela, apelido contra peso
A feiúra é guarda costa de quem vai troteando a esmo
E pra que graxa no couro se na nasci pra torresmo.
Levando a vida por diante e o destino nas esporas
Me chego ao cair na noite e me vou na luz da aurora
Rebenqueando a solidão sei a onde a tristeza mora.
Procuro meu rumo certo, mas não consigo encontrá-lo
O tempo velho me cobra e a sorte me dá pealo
Por isso meu mundo gira nas patas do meu cavalo
Então com a gaita me adoça levo a vida nesse embalo.
Upa-upa meu cavalo, o caminho a gente faz
Quem não tem pra quem voltar só deixa poeira pra traz
Nesse mundo sem fim vou pra onde o vento vai
O sol quente não me abate e a geada não distrai;
Lá por vez eu tomo nus tragos em memória de meu pai
Fico igual bambu do campo cambaleia, mas não cai.
Não tenho patrão nem dona sou senhor de mim mesmo
Nasci feio e magricela, apelido contra peso
A feiúra é guarda costa de quem vai troteando a esmo
E pra que graxa no couro se na nasci pra torresmo.