Letra de Medley Lentas - Prece Telúrica - Aguentando As Pontas - Canção Para Um Peão Solito - Os Monarcas
Disco A
01
Beliscando o Coração
02
Rio Grande Tchê
03
De Bota Nova
04
Batendo Água
05
Destino nas Esporas
06
Rodeio da Vida
07
De Chão Batido
08
Santuário de Xucros
09
Medley Lentas - Prece Telúrica - Aguentando As Pontas - Canção Para Um Peão Solito
10
Medley Vaneras: - O Que Que Há - Dia De Festança - Baile De Loco
11
Pago Dileto
12
Marco da Tradição
13
Dona dos Meus Sonhos
14
A Saudade Pega
15
A Gaita Gaúcha Dos Monarcas Músicas Incidentais: - Tirando O Meu Chapéu Pra Deus - Bateu Saudade
16
Por Isso Que Eu Vou Lá
17
Cantar é Coisa De Deus
Medley Lentas - Prece Telúrica - Aguentando As Pontas - Canção Para Um Peão Solito
Quem me dera nesses versos
Entregar a cada um
Aos homens do universo
A grande prece comum
Chapéu de pança de burro
Garrão de potro puxado
Contra o vento, a voz empurro
Gritando no descampado
"Adonde" foi a riqueza
De campos, matas e serras
Dá pena ver a tristeza
Nos ranchos da minha terra
(Refrão)
Velho Rio Grande bendito
Bendita terra de Bento
Na tua frente, contrito
Invoco teu sentimento
Campeiros tomem tenência
Agora cantem comigo
O telurismo à querência
Que o povo guarda consigo
A pampa reza parada
Na solidão do deserto
A sanga chora calada
Co'a morte sorrindo perto
"Adonde" foi o lirismo
Do majestoso rebanho?
Que pena, tanto egoísmo
Num mundo deste tamanho
(Refrão)
Quem me dera nesses versos
Entregar a cada um
Aos homens do universo
A grande prece comum
Campeiros cantem comigo
O telurismo à querência
Que o povo guarda consigo
Palanqueado na consiência
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Entregar a cada um
Aos homens do universo
A grande prece comum
Chapéu de pança de burro
Garrão de potro puxado
Contra o vento, a voz empurro
Gritando no descampado
"Adonde" foi a riqueza
De campos, matas e serras
Dá pena ver a tristeza
Nos ranchos da minha terra
(Refrão)
Velho Rio Grande bendito
Bendita terra de Bento
Na tua frente, contrito
Invoco teu sentimento
Campeiros tomem tenência
Agora cantem comigo
O telurismo à querência
Que o povo guarda consigo
A pampa reza parada
Na solidão do deserto
A sanga chora calada
Co'a morte sorrindo perto
"Adonde" foi o lirismo
Do majestoso rebanho?
Que pena, tanto egoísmo
Num mundo deste tamanho
(Refrão)
Quem me dera nesses versos
Entregar a cada um
Aos homens do universo
A grande prece comum
Campeiros cantem comigo
O telurismo à querência
Que o povo guarda consigo
Palanqueado na consiência
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