Letra de Gineteada de Basto - José Claudio Machado
Disco A
01
Dobrando os Pelêgos
02
Trancaço
03
Em Cima do Laço
04
Na Folga do Pingo
05
De Bota e Bombacha
06
Lástima
07
Campereando
08
Batendo Casco
09
Firme nos Bastos
10
A Boa Vista oo Peão de Tropa
11
De Pouca Prosa
12
Milonga Abaixo de Mau Tempo
13
Ringindo os Arreios
14
Fulanos e Sicranos
15
Gineteada de Basto
16
Assim no Más
17
Milonga Crioula
18
Juntando os Gravetos
19
Mate e Cara Alegre
Gineteada de Basto
Cavalo aporreado, puxa pro palanque
Aperta os basto num pelado sem pelego
Vai a rédea na argola do bucal
E uns lacaço fora do tempo
Tem gente fabricando aporreado
Monta duas, três vezes abre a perna, sai de cima
Corta a cola, tira o toso
Depois manhoso, manda incluir na tropilha
Nem sempre, o ginete é domador
Ainda mais, quando a coisa vai mal
Passa a mão no rabicho
E até na cabeça do basto
Ginete que se presa e se garante
Numa pegada pra cima
Se vai ao cogote do potro
Com os pés calçados no estribo
Aperta os basto num pelado sem pelego
Vai a rédea na argola do bucal
E uns lacaço fora do tempo
Tem gente fabricando aporreado
Monta duas, três vezes abre a perna, sai de cima
Corta a cola, tira o toso
Depois manhoso, manda incluir na tropilha
Nem sempre, o ginete é domador
Ainda mais, quando a coisa vai mal
Passa a mão no rabicho
E até na cabeça do basto
Ginete que se presa e se garante
Numa pegada pra cima
Se vai ao cogote do potro
Com os pés calçados no estribo