Letra de Na Folga do Pingo - José Claudio Machado
Disco A
01
Dobrando os Pelêgos
02
Trancaço
03
Em Cima do Laço
04
Na Folga do Pingo
05
De Bota e Bombacha
06
Lástima
07
Campereando
08
Batendo Casco
09
Firme nos Bastos
10
A Boa Vista oo Peão de Tropa
11
De Pouca Prosa
12
Milonga Abaixo de Mau Tempo
13
Ringindo os Arreios
14
Fulanos e Sicranos
15
Gineteada de Basto
16
Assim no Más
17
Milonga Crioula
18
Juntando os Gravetos
19
Mate e Cara Alegre
Na Folga do Pingo
Letra: Mauro Moraes
Baldo a campanha tomando um mate,ensimesmado
E apeio a palavra debaixo da aba do meu chapéu
Cambona no fogo, fogão de lenha, charque gordo
Fumo de rolo, palha das buenas e um violão
Na folga do pingo qualquer serviço cria macega
E eu passo a vida matando a saudade dela
Eu tiro a terra do lombo depois do tombo
Mesmo laçado e pouco importa o pealo
E enfreno por trás da língua
Esses metido a facão sem cabo
Aquerenciados ao partidor
Não dou e não peço nada a ninguém
Ainda bem que a vida é igual
Buçal na mão, chapéu tapeado
Xucro, aporreado, doce de boca
Qual for a doma dos meus arreios
Só peço um freio e um pelego
Na folga do pingo eu tiro um cochilo, a toa, no más
Desencilho o gateado na costa do mato do Rio Uruguai.
Baldo a campanha tomando um mate,ensimesmado
E apeio a palavra debaixo da aba do meu chapéu
Cambona no fogo, fogão de lenha, charque gordo
Fumo de rolo, palha das buenas e um violão
Na folga do pingo qualquer serviço cria macega
E eu passo a vida matando a saudade dela
Eu tiro a terra do lombo depois do tombo
Mesmo laçado e pouco importa o pealo
E enfreno por trás da língua
Esses metido a facão sem cabo
Aquerenciados ao partidor
Não dou e não peço nada a ninguém
Ainda bem que a vida é igual
Buçal na mão, chapéu tapeado
Xucro, aporreado, doce de boca
Qual for a doma dos meus arreios
Só peço um freio e um pelego
Na folga do pingo eu tiro um cochilo, a toa, no más
Desencilho o gateado na costa do mato do Rio Uruguai.