Letra de Fulanos e Sicranos - José Claudio Machado
Disco A
01
Pedro Guará
02
Chasque Pra Don Munhoz
03
São as Armas Que Conheço
04
Cantar Galponeiro
05
Milonga Abaixo de Mau Tempo
06
Dobrando os Pelêgos
07
Décima do Potro Baio
08
Jardim da Saudade
09
Poncho Molhado
10
Campesino
11
Lástima
12
Canção do Gaúcho
Disco B
01
Pêlos
02
Defumando Ausências
03
Recordando a Querência
04
Meu Pago
05
Tapeando o Sombreiro
06
Batendo Casco
07
Quando Sopra o Minuano
08
Negrinho do Pastoreio
09
Xucro Ofício
10
Fulanos e Sicranos
11
Potro Sem Dono
12
Canção Do Gaúcho - Apresentação
Fulanos e Sicranos
Pensei que fosse um galope, um sonho de a trote
Acariciando detoda
Esta milonga sem rima que enrrodilha nas clinas
Rejeita tudo que dobra
Podia ser de a cavalo este entono de galo este manejo
De freio
Esse olhar de posseiro amadrinhado dos tentos
Estima o suor que lhe sobra
Pensei que fossemos cúmplices, múltiplos meigos mansos,
Soltos vagos
Cabeça de gado potro e rodeio na leva dos arremates
Pensei que fossemos caça, várzea,rio cheio campo
Quebranto
Blanco, chimango peão e chibeiro,no aparte do buenas
Tardes
(ai milonga,milonga buena
Ai milonga,milonga buena)
Podia haver mais um catre, uma rodada de mate uma
Noitada, um afeto
Um bem-me-quer descoberto uma qualquer novidade alheia
A nossa vontade
Podia haver mais que terra,pouca miséria junta
Carreta
Soga ,soiteira canga e arado,benfeitoria e machado
Pensei que fôssemos fruto, suco, bagasso, lenha coivara
Verde queimada na alhenação das porteiras no mata-burro
A estrada
Pensei que fôssemos bando, nômades músicos mouros e
Manos
Fulanos,sicranos sábios paisanos no despertar das
Manadas
(ai milonga,milonga buena
Ai milonga, milonga buena)
Talvez me faça costado outra milonga ou gateado outra
Figueira,outra sombra
Outra paixão delongas,outra carícia antiga, mimosa
Como a saudade
Talvez nem seja preciso, usar o mesmo alarido do
Quero-quero teatino
Do boitatá de mangueira prá afugentar as ovelhas,
Arrebanhadas pro gasto
Preciso acostumar meu dom a aperfeiçoar a voz
Fortalecer o rebanho
Ah que tolice a minha fazendo a minha vidinha,
Ensimesmado de abraços
Preciso amamentar a fome toda dos guachos
Regar a sede dos pastos
Dar pérola aos porcos, fazer tudo o que eu gosto
Prá dar porfia ao passo
(ai milonga, milonga buena
Ai milonga, milonga buena)
Prá dar porfia ao passo
Acariciando detoda
Esta milonga sem rima que enrrodilha nas clinas
Rejeita tudo que dobra
Podia ser de a cavalo este entono de galo este manejo
De freio
Esse olhar de posseiro amadrinhado dos tentos
Estima o suor que lhe sobra
Pensei que fossemos cúmplices, múltiplos meigos mansos,
Soltos vagos
Cabeça de gado potro e rodeio na leva dos arremates
Pensei que fossemos caça, várzea,rio cheio campo
Quebranto
Blanco, chimango peão e chibeiro,no aparte do buenas
Tardes
(ai milonga,milonga buena
Ai milonga,milonga buena)
Podia haver mais um catre, uma rodada de mate uma
Noitada, um afeto
Um bem-me-quer descoberto uma qualquer novidade alheia
A nossa vontade
Podia haver mais que terra,pouca miséria junta
Carreta
Soga ,soiteira canga e arado,benfeitoria e machado
Pensei que fôssemos fruto, suco, bagasso, lenha coivara
Verde queimada na alhenação das porteiras no mata-burro
A estrada
Pensei que fôssemos bando, nômades músicos mouros e
Manos
Fulanos,sicranos sábios paisanos no despertar das
Manadas
(ai milonga,milonga buena
Ai milonga, milonga buena)
Talvez me faça costado outra milonga ou gateado outra
Figueira,outra sombra
Outra paixão delongas,outra carícia antiga, mimosa
Como a saudade
Talvez nem seja preciso, usar o mesmo alarido do
Quero-quero teatino
Do boitatá de mangueira prá afugentar as ovelhas,
Arrebanhadas pro gasto
Preciso acostumar meu dom a aperfeiçoar a voz
Fortalecer o rebanho
Ah que tolice a minha fazendo a minha vidinha,
Ensimesmado de abraços
Preciso amamentar a fome toda dos guachos
Regar a sede dos pastos
Dar pérola aos porcos, fazer tudo o que eu gosto
Prá dar porfia ao passo
(ai milonga, milonga buena
Ai milonga, milonga buena)
Prá dar porfia ao passo