Letra de Chasque Pra Don Munhoz - José Claudio Machado
Disco A
01
Pedro Guará
02
Chasque Pra Don Munhoz
03
São as Armas Que Conheço
04
Cantar Galponeiro
05
Milonga Abaixo de Mau Tempo
06
Dobrando os Pelêgos
07
Décima do Potro Baio
08
Jardim da Saudade
09
Poncho Molhado
10
Campesino
11
Lástima
12
Canção do Gaúcho
Disco B
01
Pêlos
02
Defumando Ausências
03
Recordando a Querência
04
Meu Pago
05
Tapeando o Sombreiro
06
Batendo Casco
07
Quando Sopra o Minuano
08
Negrinho do Pastoreio
09
Xucro Ofício
10
Fulanos e Sicranos
11
Potro Sem Dono
12
Canção Do Gaúcho - Apresentação
Chasque Pra Don Munhoz
Amigo Érbio Munhoz
Meu chasque não tem floreios
Eu uso bombacha larga
E um chapéu de metro e meio
Botas de garrão de potro
Laço, pealo e gineteio
E me sustento pachola
Da serventia do arreio
Por voltas que a vida faz
Para açoitar um cristão
Ando cortado dos trocos
Freio e pelego na mão
Sem um cavalo de lei
Pra visitar meu rincão
O nosso Caiboaté Grande
Que trago no coração
(A Tia Maria me disse
Que tua tropilha é de lei
E o José Rodrigues Ramos
Confirmou quando eu pensei
Em te pedir um cavalo
Nesses versos que criei
Pra cantar em São Gabriel
Querência que sempre amei)
Entrega pro Tio Adir
Lá na Costa do Lageado
E diz pra Enilda e Sivinha
Que eu chegarei afogado
Num borrachão de saudade
Do tamanho do meu pago
E a Negra Juci me espere
Com um chimarrão bem cevado
Don Érbio guarde consigo
Que um dia arranco do peito
E pago esta obrigação
Que me deixa satisfeito
O pêlo é da tua conta
Baio, rosilho, eu aceito
Que o velho Moacir Cabral
Me fez assim por direito
(A Tia Maria me disse
Que tua tropilha é de lei
E o José Rodrigues Ramos
Confirmou quando eu pensei
Em te pedir um cavalo
Nesses versos que criei
Pra cantar em São Gabriel
Querência que sempre amei)
Meu chasque não tem floreios
Eu uso bombacha larga
E um chapéu de metro e meio
Botas de garrão de potro
Laço, pealo e gineteio
E me sustento pachola
Da serventia do arreio
Por voltas que a vida faz
Para açoitar um cristão
Ando cortado dos trocos
Freio e pelego na mão
Sem um cavalo de lei
Pra visitar meu rincão
O nosso Caiboaté Grande
Que trago no coração
(A Tia Maria me disse
Que tua tropilha é de lei
E o José Rodrigues Ramos
Confirmou quando eu pensei
Em te pedir um cavalo
Nesses versos que criei
Pra cantar em São Gabriel
Querência que sempre amei)
Entrega pro Tio Adir
Lá na Costa do Lageado
E diz pra Enilda e Sivinha
Que eu chegarei afogado
Num borrachão de saudade
Do tamanho do meu pago
E a Negra Juci me espere
Com um chimarrão bem cevado
Don Érbio guarde consigo
Que um dia arranco do peito
E pago esta obrigação
Que me deixa satisfeito
O pêlo é da tua conta
Baio, rosilho, eu aceito
Que o velho Moacir Cabral
Me fez assim por direito
(A Tia Maria me disse
Que tua tropilha é de lei
E o José Rodrigues Ramos
Confirmou quando eu pensei
Em te pedir um cavalo
Nesses versos que criei
Pra cantar em São Gabriel
Querência que sempre amei)