Letra de Tapeando o Sombreiro - José Claudio Machado
Disco A
01
Pedro Guará
02
Chasque Pra Don Munhoz
03
São as Armas Que Conheço
04
Cantar Galponeiro
05
Milonga Abaixo de Mau Tempo
06
Dobrando os Pelêgos
07
Décima do Potro Baio
08
Jardim da Saudade
09
Poncho Molhado
10
Campesino
11
Lástima
12
Canção do Gaúcho
Disco B
01
Pêlos
02
Defumando Ausências
03
Recordando a Querência
04
Meu Pago
05
Tapeando o Sombreiro
06
Batendo Casco
07
Quando Sopra o Minuano
08
Negrinho do Pastoreio
09
Xucro Ofício
10
Fulanos e Sicranos
11
Potro Sem Dono
12
Canção Do Gaúcho - Apresentação
Tapeando o Sombreiro
Quem sabe os gaúchos, os homens do sul, da serra ou missões
Um dia por certo vão cantar para todos e falarem daqui...
Quem sabe a campanha, a fronteira do pampa aqui do garrão
Um dia por certo vai "guentar" o tirão e vai pensar mais em si...
Quem sabe um dia as guitarras campeiras, entoem milongas
Falando do campo, contando do sul, para o pago inteiro.
E as nossas cordeonas acordem os vizinhos, que dormem a tempo
Com sons de clarins, dizendo a todos um "buenas parceiro".
O sul, um dia vai falar por nós, com toda a sua voz!
O sul, um dia vai falar por nós, com a sua própria voz!
"quem sabe um dia os cavalos crioulos aqui da fronteira,
Esbarrem no norte erguendo poeira, com um freio de ouro...
E o sangue dos pampas, dos dévons e angus
Corra pelas veias do brasil central, parindo divisas,
Além de outros touros".
Quem sabe o rio grande vai servir um mate cevado a capricho
Pra adoçar a alma dos que se extraviaram por toda a nação.
E assim um campeiro alcance outro mate com jujos na água
Recém camboneada do rio araguaia, pra palma da mão.
Quem sabe o rio grande ensine a todos a força de um povo
Que canta sua terra, que luta e trabalha e a conhece de cor.
Quem sabe o gaúcho vai mostrar sua cara e por brasileiro
Tapeando o sombreiro, lhe olhem de perto e lhe vejam melhor!
Um dia por certo vão cantar para todos e falarem daqui...
Quem sabe a campanha, a fronteira do pampa aqui do garrão
Um dia por certo vai "guentar" o tirão e vai pensar mais em si...
Quem sabe um dia as guitarras campeiras, entoem milongas
Falando do campo, contando do sul, para o pago inteiro.
E as nossas cordeonas acordem os vizinhos, que dormem a tempo
Com sons de clarins, dizendo a todos um "buenas parceiro".
O sul, um dia vai falar por nós, com toda a sua voz!
O sul, um dia vai falar por nós, com a sua própria voz!
"quem sabe um dia os cavalos crioulos aqui da fronteira,
Esbarrem no norte erguendo poeira, com um freio de ouro...
E o sangue dos pampas, dos dévons e angus
Corra pelas veias do brasil central, parindo divisas,
Além de outros touros".
Quem sabe o rio grande vai servir um mate cevado a capricho
Pra adoçar a alma dos que se extraviaram por toda a nação.
E assim um campeiro alcance outro mate com jujos na água
Recém camboneada do rio araguaia, pra palma da mão.
Quem sabe o rio grande ensine a todos a força de um povo
Que canta sua terra, que luta e trabalha e a conhece de cor.
Quem sabe o gaúcho vai mostrar sua cara e por brasileiro
Tapeando o sombreiro, lhe olhem de perto e lhe vejam melhor!