Letra de Alma Estradeira - Jari Terres
Disco A
01
Alma de Estância e Querência - Part. Esp. Luiz Marenco
02
Quando o Verso Vem Pras Casa - Part. Esp. Luiz Marenco
03
Feras
04
Fronteiro de Alma e Pampa - Part. Esp. Luiz Marenco
05
Os Cataventos do Tempo - Part. Esp. Joca Martins
06
Camino Del Arenal
07
Coplas Pra Um Indio Xucro
08
Cio das Águas
09
La Ariscona
10
Posto De Doma - Part. Esp. Xirú Antunes
11
Xucra Cordeona
12
Alma Estradeira
13
Filosofia de Galpão
14
Romance de Noite e Vento
Alma Estradeira
Teus olhos, querência me traz relembranças em forma de estrelas
E vêm por miragens colhendo saudades, regando minhas rondas
No rastro das horas, dilatam pupilas na vez de silhuetas
Perfumes de orvalho aquietam sogaços na alma gaviona
Caminhos tão largos que cruzo troteando sem me achicar
Quem canta pro mundo, a ilusão é triste, sabe como aporrear
Ruflando acordes de pêlos tordilhos em busca de paz
Que talvez eu encontre no bronze da pele do teu corpo rural
Se assim for, não procurem alma estradeira dos campos sem fim
A colear madrugadas, buscando guarita n'algum chamamé
Me procurem ao teu lado plantando num rancho ou tisnando fogões
Encantando algum rio louco dois guapos destinos florindo canções
Me procurem ao teu lado plantando num rancho ou tisnando fogões
Encantando algum rio louco dois guapos destinos florindo canções
Encantando algum rio louco dois guapos destinos florindo canções
Um dia eu volto à teus olhos negros sem esporas de andejo
Estas xucras xilenas que indagam lonjuras pelos firmamentos
Meu gateado lobuno que pastou bocejos de luas morenas
Tem garupas de aurora dos caminhos gastos e das cantilenas
E vêm por miragens colhendo saudades, regando minhas rondas
No rastro das horas, dilatam pupilas na vez de silhuetas
Perfumes de orvalho aquietam sogaços na alma gaviona
Caminhos tão largos que cruzo troteando sem me achicar
Quem canta pro mundo, a ilusão é triste, sabe como aporrear
Ruflando acordes de pêlos tordilhos em busca de paz
Que talvez eu encontre no bronze da pele do teu corpo rural
Se assim for, não procurem alma estradeira dos campos sem fim
A colear madrugadas, buscando guarita n'algum chamamé
Me procurem ao teu lado plantando num rancho ou tisnando fogões
Encantando algum rio louco dois guapos destinos florindo canções
Me procurem ao teu lado plantando num rancho ou tisnando fogões
Encantando algum rio louco dois guapos destinos florindo canções
Encantando algum rio louco dois guapos destinos florindo canções
Um dia eu volto à teus olhos negros sem esporas de andejo
Estas xucras xilenas que indagam lonjuras pelos firmamentos
Meu gateado lobuno que pastou bocejos de luas morenas
Tem garupas de aurora dos caminhos gastos e das cantilenas