Letra de Feras - Jari Terres
Disco A
01
Alma de Estância e Querência - Part. Esp. Luiz Marenco
02
Quando o Verso Vem Pras Casa - Part. Esp. Luiz Marenco
03
Feras
04
Fronteiro de Alma e Pampa - Part. Esp. Luiz Marenco
05
Os Cataventos do Tempo - Part. Esp. Joca Martins
06
Camino Del Arenal
07
Coplas Pra Um Indio Xucro
08
Cio das Águas
09
La Ariscona
10
Posto De Doma - Part. Esp. Xirú Antunes
11
Xucra Cordeona
12
Alma Estradeira
13
Filosofia de Galpão
14
Romance de Noite e Vento
Feras
Fera, é o homem, que na lida se abaguala
E por ser fera, na forma um potro fera embuçala
Fera, é o potro, corcoveando campo afora
Sentindo o peso dos bastos berrando à pua da espora
Fera é a espora, riscando a carne do potro
Mostrando o sangue pro campo pra que o campo lhe mande outro
O campo, se torna fera quando o inverno estende o braço
Fazendo verter o banhado, dando serviço pro laço
O laço, também é fera, quando dos tentos desata
Juntando o boi contra o chão, por mais que ele mande pata
É fera, o boi que atropela,quando alguém tenta apartá-lo
Num refugo de mangueira, se vem de encontro ao cavalo
São feras, mas se amansam, se mais adiante bombeá-los
O homem mateia quieto e o potro se faz cavalo
A espora, no cavalete, perde a fúria do garrão
E o campo racha a vertente, quando se achega o verão
O laço, se mal cinchado, rebenta qual brincadeira
E o boi atropelador, se ajoelha pra carneadeira
São feras, mas se amansam
E por ser fera, na forma um potro fera embuçala
Fera, é o potro, corcoveando campo afora
Sentindo o peso dos bastos berrando à pua da espora
Fera é a espora, riscando a carne do potro
Mostrando o sangue pro campo pra que o campo lhe mande outro
O campo, se torna fera quando o inverno estende o braço
Fazendo verter o banhado, dando serviço pro laço
O laço, também é fera, quando dos tentos desata
Juntando o boi contra o chão, por mais que ele mande pata
É fera, o boi que atropela,quando alguém tenta apartá-lo
Num refugo de mangueira, se vem de encontro ao cavalo
São feras, mas se amansam, se mais adiante bombeá-los
O homem mateia quieto e o potro se faz cavalo
A espora, no cavalete, perde a fúria do garrão
E o campo racha a vertente, quando se achega o verão
O laço, se mal cinchado, rebenta qual brincadeira
E o boi atropelador, se ajoelha pra carneadeira
São feras, mas se amansam