Letra de Fronteiro de Alma e Pampa - Part. Esp. Luiz Marenco - Jari Terres
Disco A
01
Alma de Estância e Querência - Part. Esp. Luiz Marenco
02
Quando o Verso Vem Pras Casa - Part. Esp. Luiz Marenco
03
Feras
04
Fronteiro de Alma e Pampa - Part. Esp. Luiz Marenco
05
Os Cataventos do Tempo - Part. Esp. Joca Martins
06
Camino Del Arenal
07
Coplas Pra Um Indio Xucro
08
Cio das Águas
09
La Ariscona
10
Posto De Doma - Part. Esp. Xirú Antunes
11
Xucra Cordeona
12
Alma Estradeira
13
Filosofia de Galpão
14
Romance de Noite e Vento
Fronteiro de Alma e Pampa - Part. Esp. Luiz Marenco
Me chega um cantar de galo, na pampa
Por taura o pingo encilhado, de cacho quebrado pra torear a vida
Branqueia outra geada no campo no corpo, tenho o bichará
Que me aquecerá, até empeçar a lida
Me largo então ao tranco, do pingo
E ouço o rangido de bastos, Que ao bater de cascos, se faz melodia
Vou talariando ao tranco pra o campo guapeando na sina potreada
De colear madrugadas e cinchar novo dia
Sim, assim sou feliz na estância
Torena com a aragem no rosto, do gelo de agosto
Que se fez mais grongueiro
Sim, assim sou feliz de fato
Sereno com a alma aberta, pra o sol que desperta
Pois sim sou fronteiro
Por taura o pingo encilhado, de cacho quebrado pra torear a vida
Branqueia outra geada no campo no corpo, tenho o bichará
Que me aquecerá, até empeçar a lida
Me largo então ao tranco, do pingo
E ouço o rangido de bastos, Que ao bater de cascos, se faz melodia
Vou talariando ao tranco pra o campo guapeando na sina potreada
De colear madrugadas e cinchar novo dia
Sim, assim sou feliz na estância
Torena com a aragem no rosto, do gelo de agosto
Que se fez mais grongueiro
Sim, assim sou feliz de fato
Sereno com a alma aberta, pra o sol que desperta
Pois sim sou fronteiro