Letra de No Fandango Das Chilenas - Grupo Oh de Casa
Disco A
01
Cantando A Saudade
02
Vaneirinha Do Sufoco
03
Obrigado, Gaiteito!
04
Laçador E Estradeiro
05
Fandangueando No Sul
06
No Caminho Das Bailantas
07
Chamamento
08
O Gosto Da Despedida
09
Retrato Do Meu Pai
10
No Fandango Das Chilenas
11
Sem Matear Não Vou
12
Sem Matear Não Vou
13
Taureando Tua Ausência
No Fandango Das Chilenas
(Letra e Música: Dionísio Clarindo da Costa)
Um maula corcoveador, do tipo arisco e ventena
Sismou de ser perigoso, me fez arrepiá as melena'
Ainda guardo na cachola o retrato daquela cena
Nesse drama abagualado, me vi dançando obrigado
No fandango das chilenas
Tinha de ser num domingo que é quando eu "munto" a passeio
Pra rever um olhar moreno e um sorriso quando apeio
Como o pensamento voa, quando me gruda aos arreio'
Fui pego desprevenido, por pouco que esse bandido
Não me atora pelo meio
Um redemoinho de vento me arrebanhou o chapéu
Foi o que bastou pro louco sair pra campear o céu
Nem tive tempo pra susto no meio deste mundéu
Me vi nos braço' da sorte e a cara feia da morte
Pra mim retirando o véu
Te ajeita, meu bagual "véio", não adianta corcovear
Te ajeita, meu bagual "véio", não adianta corcovear
Tu carece de uma sova, eu só quero é namorar
Depois de uma meia hora debaixo desta peleia
No barranco do lajeado é que eu vi a coisa feia
E o maula trocou de ponta e eu cruzei entre as orelha'
"Muntei" de novo sem pena, quando eu cheguei na morena
Passava das onze e meia
Cheguei na frente do rancho e apeei com desembaraço
Contei pra morena linda do que me aprontou o picaço
Ainda bem que ela merece todo trabalho que faço
Meio rengo, esgualepado, fui recebido apertado
Com dengoso e forte abraço
Te ajeita, meu bagual "véio", não adianta corcovear...
Um maula corcoveador, do tipo arisco e ventena
Sismou de ser perigoso, me fez arrepiá as melena'
Ainda guardo na cachola o retrato daquela cena
Nesse drama abagualado, me vi dançando obrigado
No fandango das chilenas
Tinha de ser num domingo que é quando eu "munto" a passeio
Pra rever um olhar moreno e um sorriso quando apeio
Como o pensamento voa, quando me gruda aos arreio'
Fui pego desprevenido, por pouco que esse bandido
Não me atora pelo meio
Um redemoinho de vento me arrebanhou o chapéu
Foi o que bastou pro louco sair pra campear o céu
Nem tive tempo pra susto no meio deste mundéu
Me vi nos braço' da sorte e a cara feia da morte
Pra mim retirando o véu
Te ajeita, meu bagual "véio", não adianta corcovear
Te ajeita, meu bagual "véio", não adianta corcovear
Tu carece de uma sova, eu só quero é namorar
Depois de uma meia hora debaixo desta peleia
No barranco do lajeado é que eu vi a coisa feia
E o maula trocou de ponta e eu cruzei entre as orelha'
"Muntei" de novo sem pena, quando eu cheguei na morena
Passava das onze e meia
Cheguei na frente do rancho e apeei com desembaraço
Contei pra morena linda do que me aprontou o picaço
Ainda bem que ela merece todo trabalho que faço
Meio rengo, esgualepado, fui recebido apertado
Com dengoso e forte abraço
Te ajeita, meu bagual "véio", não adianta corcovear...