Letra de No Caminho Das Bailantas - Grupo Oh de Casa
Disco A
01
Cantando A Saudade
02
Vaneirinha Do Sufoco
03
Obrigado, Gaiteito!
04
Laçador E Estradeiro
05
Fandangueando No Sul
06
No Caminho Das Bailantas
07
Chamamento
08
O Gosto Da Despedida
09
Retrato Do Meu Pai
10
No Fandango Das Chilenas
11
Sem Matear Não Vou
12
Sem Matear Não Vou
13
Taureando Tua Ausência
No Caminho Das Bailantas
(Letra e Música: João Carlos A. Portela)
Procuro o rumo do caminho das bailantas
Onde as percantas se entreveram pra dançar
Já encilhei bem a preceito o meu gateado
Tô preparado e tenho uns troco' pra gastar
E o chinaredo chega a brigar na janela
Se beliscando pra 'mode' me ver passar
E o meu cavalo não nega estribo
Sabe o perigo e nunca me deixa na mão
Fica nervoso batendo a cola no vento
Não perde tempo nas horas de precisão
Saio de noite, só volto de manhãzinha
E a vida é minha e ninguém tem nada com isso
Já trabalhei de sol a sol o dia inteiro
É fim de mês, não quero pensar em serviço
Lustrei as bota', já passei água de cheiro
Fandango e china e festança é meu compromisso
E o meu cavalo não nega estribo...
E o sol nascendo aponta lá no horizonte
E num reponte eu saio no upa-e-upa
E o meu pelego fica sedoso e macio
Quando uma china o espaço vazio ocupa
E o meu gateado pisa leve no capim
Quando esta prenda vem montada na garupa
E o meu cavalo não nega estribo...
Procuro o rumo do caminho das bailantas
Onde as percantas se entreveram pra dançar
Já encilhei bem a preceito o meu gateado
Tô preparado e tenho uns troco' pra gastar
E o chinaredo chega a brigar na janela
Se beliscando pra 'mode' me ver passar
E o meu cavalo não nega estribo
Sabe o perigo e nunca me deixa na mão
Fica nervoso batendo a cola no vento
Não perde tempo nas horas de precisão
Saio de noite, só volto de manhãzinha
E a vida é minha e ninguém tem nada com isso
Já trabalhei de sol a sol o dia inteiro
É fim de mês, não quero pensar em serviço
Lustrei as bota', já passei água de cheiro
Fandango e china e festança é meu compromisso
E o meu cavalo não nega estribo...
E o sol nascendo aponta lá no horizonte
E num reponte eu saio no upa-e-upa
E o meu pelego fica sedoso e macio
Quando uma china o espaço vazio ocupa
E o meu gateado pisa leve no capim
Quando esta prenda vem montada na garupa
E o meu cavalo não nega estribo...