Letra de Coplas de Viramundo - Porca Véia
Disco A
01
Coplas de Viramundo
02
Xote Afigurado
03
Vou Deixar Saudade
04
Pataquero
05
Morena Luxuosa
06
Recorrendo os Aguapés
07
No Coração do Rio Grande
08
Baile na Encruzilhada
09
Mulheres
10
Bugio do Chaleira Preta
11
De Alma Serrana
12
Minha Fazenda
13
Seu Elpidio e o Cusco Javali
14
Esta Saudade Campeira
15
Pelo Duro E Bombachudo
Coplas de Viramundo
Pra quem não sabe como andejo me apresento
Arrocinado no mundo destino e mala nos tentos
Deste meu jeito trago a querência marcada
Gadelhudo e basteriado marca velha que eu sustento
Conheço o vento pelo sopro donde vem
E a cara do calaveira quando não vale um vintém
Sempre foi gosto pras carreiras de domingo
Encilhar o melhor pingo com semblante de monarca
E se o bochincho descambar para algum rancho
Nem que seja de carancho me entrevero na fuzarca
Int.
(Quando eu me apeio num bolicho de campanha
Pra lotar frasco de canha e me benzer na pulperia
Sigo alarife pra cabeceira da tarde
E a alma velha selada vendo a sorte que me espia
Ninguém me ganha no grito ninguém me aperta
Que na hora da lambança abro picada na certa
E assim por diante chapéu torto e satisfeito
Pouco sei dos meus direitos e que me importa o delegado
/Surrando a vida e a cara destes ventenas
Não dou asas nazarenas pra bagual de lombo arcado
Arrocinado no mundo destino e mala nos tentos
Deste meu jeito trago a querência marcada
Gadelhudo e basteriado marca velha que eu sustento
Conheço o vento pelo sopro donde vem
E a cara do calaveira quando não vale um vintém
Sempre foi gosto pras carreiras de domingo
Encilhar o melhor pingo com semblante de monarca
E se o bochincho descambar para algum rancho
Nem que seja de carancho me entrevero na fuzarca
Int.
(Quando eu me apeio num bolicho de campanha
Pra lotar frasco de canha e me benzer na pulperia
Sigo alarife pra cabeceira da tarde
E a alma velha selada vendo a sorte que me espia
Ninguém me ganha no grito ninguém me aperta
Que na hora da lambança abro picada na certa
E assim por diante chapéu torto e satisfeito
Pouco sei dos meus direitos e que me importa o delegado
/Surrando a vida e a cara destes ventenas
Não dou asas nazarenas pra bagual de lombo arcado