Letra de Da Semeadura dos Versos - Os Monarcas
Disco A
01
Cisma de Ginete
02
À Cavalo na Sorte
03
Tando Mais Ou Menos Tá Loco de Bom
04
Uma Tal de Saudade
05
Do Rio Grande Antigo
06
Milonga de Clarear o Dia
07
Minha Estrela
08
Vaneira do Brasil
09
Essa Vida de Músico
10
Pegado nas Crinas
11
Da Semeadura dos Versos
12
Baile de Loco
13
Chica Fandangueira
14
Desencontro
Da Semeadura dos Versos
Quando a água da cambona no braseiro
Mescla a seiva de um jujo por costume
Um rádio a pilhas alça ao canto de um campeiro
E a alma em festa transformar-se em vaga-lume
De longe o eco que se esvai pelas janelas
Ponteando acordes nos rincões estrada afora
Vai anunciando que um irmão abriu cancelas
E um verso amigo sem querer causou escoras
(Estes programas regionais que a lo largo
Quebram quietudes pelo ermo da distância
Dão um sabor diferente ao mate amargo
Na parceria dos peões pelas estâncias)
E então são chasques as pessoas mais distantes
Uma saudade, uma emoção que se conserva
Como se a vida fosse a cuia nesse instante
E pra esse mate reservar-se a melhor erva
Senhores guapos que encilhando partituras
Levam pros ranchos as canções dos índios vagos
Pois cada rádio é gralha azul em semeadura
Plantando sonhos e a história deste pago
Mescla a seiva de um jujo por costume
Um rádio a pilhas alça ao canto de um campeiro
E a alma em festa transformar-se em vaga-lume
De longe o eco que se esvai pelas janelas
Ponteando acordes nos rincões estrada afora
Vai anunciando que um irmão abriu cancelas
E um verso amigo sem querer causou escoras
(Estes programas regionais que a lo largo
Quebram quietudes pelo ermo da distância
Dão um sabor diferente ao mate amargo
Na parceria dos peões pelas estâncias)
E então são chasques as pessoas mais distantes
Uma saudade, uma emoção que se conserva
Como se a vida fosse a cuia nesse instante
E pra esse mate reservar-se a melhor erva
Senhores guapos que encilhando partituras
Levam pros ranchos as canções dos índios vagos
Pois cada rádio é gralha azul em semeadura
Plantando sonhos e a história deste pago